As Vestideiras – Cores da Solidariedade

19/11/2020 13:11:00

Projeto voluntário cria peças de roupas para crianças de famílias de baixa renda

As Vestideiras – Cores da Solidariedade

Dresses – Colors of Solidarity

Voluntary project creates garments for children from low-income families

Por Edmar Neves

O amor ao próximo e a fraternidade são valores humanos atemporais, e foi com esse clima que a professora Natália Berrocá idealizou o projeto As Vestideiras, que arrecada, conserta e produz roupas para meninas em situação de vulnerabilidade econômica. Inspirada na história da estadunidense Lilian Weber, que confeccionava vestidos para meninas que vivem no continente africano, Natália teve a ideia de produzir roupas para crianças ao participar de um trabalho voluntário com as comunidades ribeirinhas da Amazônia em 2017.

O primeiro passo foi criar perfis nas redes sociais e buscar doações e parcerias com voluntários. “Na verdade, eu não sei costurar e por isso comecei a procurar costureiras que topassem participar”, comenta.

Uma das primeiras costureiras voluntárias a participar do projeto foi a Silvana de Almeida. A forma como a dona Silvana começou a participar foi bem curiosa: ela tinha vontade de participar de algum projeto social e, em uma pesquisa no Google, encontrou o projeto As Vestideiras. “Ela surgiu numa época em que eu estava precisando muito de costureiras e é a pessoa que mais costura para a gente, do começo do ano até agora foram mais de 1500 vestidos”, diz Natália Berrocá.



Necessidades do projeto e perspectivas para o futuro

Natália comenta que uma das maiores necessidades do projeto atualmente é a doação de roupas e tecidos para a confecção de vestidos, além de novos colaboradores que possam ajudar nas mais diversas funções. “Para 2020 a minha intenção é expandir o projeto para atender mais meninas e os meninos também, só que é muito difícil encontrar roupas masculinas em bom estado”, afirma. “Estou trabalhando duro para que o projeto cresça cada vez mais e eu possa vestir e ajudar crianças”, finaliza.

Como ajudar? Acesse: https://www.facebook.com/projetoasvestideiras




  Voltar