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Tudo o que você precisa saber para manter seus cabelos saudáveis

Especialistas respondem as principais dúvidas sobre a questão.

Por Daniela Zigante

Desequilíbrios hormonais, estresse, uso inadequado de produtos, excesso
 de química… Esses são fatores que podem alterar a saúde dos fios. Para manter as madeixas fortes e bonitas, alguns cuidados são necessários. Conversamos com dermatologistas da
Tricosalus Clinics, clínica referência em saúde capilar de São Paulo, sobre o assunto. Fique
 de olho nas dicas e saiba como cuidar bem do seu cabelo!
Faz mal lavar os cabelos todos os dias?
Não.
 O procedimento de limpeza deixa o cabelo mais saudável, pois retira o excesso de gordura dos fios. Porém, é importante lembrar que cada tipo de cabelo exige uma recomendação específica para preservar a estrutura do fio. Em geral, a recomendação é lavar os
 cabelos pelo menos três vezes na semana.
Cortar o cabelo com frequência faz os fios crescerem
 mais rápido?
Não.
O crescimento do cabelo não está relacionado com uma ação externa,
 como o corte de cabelo. Como os fios nascem da raiz, cortar as pontas não estimula o crescimento rápido.
Entretanto, quando você demora mais de 4 meses para cortar as madeixas,
 elas começam a apresentar prejuízos na sua estrutura como frizz,
 quebras e pontas duplas.
Então, se você quiser manter uma boa aparência capilar, faça um novo
 corte a cada 3 meses. Mas se desejar que seu cabelo cresça mais rápido, cuide bem do couro cabeludo e da sua alimentação!
Puxar fio branco evita que nasçam outros no lugar?
Não.
 A chegada dos cabelos brancos acontece naturalmente. A coloração branca significa que o fio está envelhecido, pois houve uma diminuição na produção de melanina. Ou seja, arrancar fios brancos só prejudica o seu couro cabeludo e não impede que outros nasçam.
Ter uma alimentação saudável ajuda a manter a saúde
 dos fios?
Sim.
As pessoas não costumam fazer essa relação, mas uma dieta equilibrada
 aliada a um tratamento personalizado tem total influência sobre o aspecto do cabelo. O uso de shampoo, condicionador ou creme até pode deixar o cabelo mais bonito e sedoso, mas para torná-lo forte e saudável é preciso cuidar da própria saúde.
O cabelo se acostuma com o shampoo e, por isso, o produto
 deve ser trocado constantemente?
Não.
 Cada shampoo tem um objetivo e o ideal é ver qual a necessidade atual do seu cabelo para adquirir um cosmético específico. Os ciclos capilares é que dão ritmo à troca de produtos e não o cabelo que se acostuma com a fórmula. Por isso é importante acompanhar
 a saúde dos fios.
O uso de boné pode me deixar calvo?
Não.
 A tensão entre o acessório e o couro cabeludo não é forte o suficiente para gerar alopecia. Mas atenção: caso você tenha uma predisposição genética, o uso incorreto do boné pode acelerar o processo.
Vale lembrar que o acessório foi feito para proteger a cabeça do sol
 ou para o uso estético. Ele não pode ser utilizado frequentemente e nem deve ficar muito apertado na cabeça. Além de desconfortável, isso danifica o fio e contribui para a queda de cabelo, causando quebras. Entretanto, essa queda não pode ser chamada de calvície,
 trata-se apenas de um dano temporário. 
Escolher os produtos adequados para cada tipo de cabelo
 é importante?
Sim.
Os cosméticos ajudam no tratamento capilar e deixam os fios mais
 bonitos, mas eles não são os responsáveis pela saúde do cabelo. Na verdade, o mais importante é tratar o couro cabeludo e o organismo. Também é essencial verificar se existem disfunções hormonais ou deficiência em vitaminas e minerais.
Em relação ao couro cabeludo, há fatores que podem acelerar os processos
 relacionados à calvície como o excesso de oleosidade, as dermatites e foliculites. Vale lembrar que a parte orgânica reflete a nossa predisposição genética. Consulte um dermatologista e cuide da saúde dos seus fios.

Fonte –
Tricosalus Clinics
-
https://tricosalus.com.br

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Brotas: 4 ecoparques para conhecer na cidade

Está com viagem marcada e quer aproveitar locais
 de ecoturismo que oferecem atividades radicais? Confira a lista que preparamos para você!

Por Daniela Zigante

1. Ecoparque Poção Brotas:
é uma propriedade rural cortada pelo Rio
 Jacaré-Pepira. Os proprietários reflorestaram a mata ciliar do local e construíram restaurante, redário, tirolesa, arvorismo e outras estruturas para atividades do turismo de aventura. Saiba mais:
https://pocaobrotas.com.br
2. Ecoparque Recanto das Cachoeiras:
 a propriedade rural possui duas cachoeiras. Também tem restaurante, lanchonete e oferece tirolesa, arvorismo, cavalgada, entre outras atividades. Em 2018, o Recanto inaugurou uma piscina semiolímpica de borda infinita com vista para um vale de encostas de
 vegetação preservada e um spa com hidromassagem ao ar livre. Saiba mais: https://www.facebook.com/RecantodasCachoeirasBrotas/ 
3. Ecoparque Cassorova:
 a propriedade rural tem duas cachoeiras: Cassorova, eleita a mais bonita do estado de São Paulo, e Quatis, que conta até com restaurante, lanchonete, piscina e vestiário. Em 2018, o empresário inaugurou uma ponte
 suspensa com mais de 100 metros de altura, que
 propicia uma vista privilegiada da Cachoeira Cassorova. Na propriedade se faz tirolesa, rapel, trilha, entre outros. Saiba mais:
https://www.cachoeiracassorova.com.br/
4. Ecoparque Viva Brotas:
 a propriedade rural conta com montanha arborizada e cachoeira. As atrações do local são tirolesa na montanha, queda livre e superbike, já que o terreno é acidentado. Há também trilha para cachoeira. Saiba mais:
https://vivabrotas.com.br/ 

*Informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Turismo de Brotas.

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Pós-graduação: na hora de escolher a sua, fique atento!

5 fatores que você deve considerar na hora de tomar essa decisão.
Por Daniela Zigante

Você está em busca de um curso de pós-graduação e, quando vai pesquisar as opções, se depara com muitas
 instituições que oferecem o serviço. Logo surge a dúvida: como fazer a melhor escolha? Nesse momento, é importante avaliar alguns fatores com calma. Confira as dicas que selecionamos para ajudá-lo!
1. Os
 cursos de especialização só podem ser oferecidos por instituições de ensino superior que já são
credenciadas.
 Para consultá-las, acesse o site do Ministério da Educação (http://emec.mec.gov.br).
 Vale ressaltar que a instituição deve ser diretamente responsável pela oferta do curso de pós – desde o projeto pedagógico, corpo docente e metodologia.




2.
O corpo docente deverá ser constituído por, pelo menos,
50% de professores com título de mestre ou de doutor
 obtido em programa de pós-graduação stricto sensu
 reconhecido. Os demais professores devem possuir, no mínimo, formação em nível de especialização. Solicite a relação dos professores efetivos de cada disciplina prevista no projeto pedagógico.



3.
Os cursos devem ter duração mínima de
360 horas,
 que poderá ser ampliada de acordo com o projeto pedagógico e com o objeto específico.
Importante:
sempre solicite e leia antes o projeto pedagógico da pós-graduação que almeja.



4.
Se você está de olho em um curso à distância, dobre a sua atenção. Todos eles deverão incluir,
 necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia
ou trabalho de conclusão de curso.



5. Os certificados de conclusão da pós devem mencionar a
área de conhecimento do curso
 e serem acompanhados do respectivo histórico escolar. 

Fonte – Ministério da Educação - MEC

 -- 
Luísa Massa 
Jornalista

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Crônica: “A vida com um filhote: Amor pra cachorro”

Chronicle

Life with a puppy: A dog’s love


Por Kelen Trevisan Fernandes Takakura


Gabi sempre foi doida por animais. Todos eles; chegando ao ponto de acariciar lagartixas e colocá-las para dormir. Entretanto, cães sempre foram sua grande paixão. Durante anos, ela nos pediu um cachorro. E não era “qualquer” cachorro. Gabi queria um Golden Retriever. Na época, morávamos em um apartamento de, aproximadamente, 56 m2, em SP. Toda vez que eu imaginava um cão do porte de um Golden lá dentro, chegava a me dar um frio na espinha.

Perto de completar 8 anos, ela nos disse que queria festa (Gabi ama comemorar os aniversários!). Em troca, queria a cachorra. Eu, por mim, continuaria “enrolando” por mais um tempo, já que tínhamos a intenção de nos mudarmos de SP para o interior do estado. O pai dela, mestre em executar todas as vontades da filha, acatou o pedido na mesma hora. Conversamos com muitas pessoas que tinham o cão da mesma raça em apartamentos e, todos nos disseram que, desde que a levássemos para passear com frequência, não haveria problema algum em conviver com ela em um espaço pequeno. Goldens adoram a companhia dos donos.

Pesquisei tudo sobre a raça e, principalmente, sobre canis responsáveis de criação da mesma. O grande dia chegou. Lembro-me exatamente como se fosse hoje. Era um fim de tarde de domingo e dissemos para a Gabi que iríamos visitar um amigo do Breno (marido). Chegando ao canil, fomos apresentados a dois filhotes: um macho e uma fêmea. A fêmea era muito mais quietinha e parecia que “tinha nascido para a nossa família”. Voltamos para casa com ela e a nossa “saga” começou com a Liz. Descobrimos que, de quietinha, ela não tinha absolutamente nada. A cachorra se transformou e parecia ter tomado 50 garrafas de energético.

Ela não parava. Após uns dois dias, meu marido começou a sentir mal, com falta de ar. Não sabíamos o que era. Foram 17 dias de muito sufoco. O diagnóstico: asma, a causa: o animal. A situação foi ficando insustentável. Tínhamos de manter a Liz na área da cozinha e área de serviço para que ela tivesse o mínimo de contato com o resto do apartamento para que o Breno não piorasse. E, cada dia que passava, ele estava pior. Liz, por sua vez, foi ficando com energia acumulada. Ela comeu toda lateral inferior do fogão, roeu o prendedor da porta, fazia cocô e espalhava tudo com as patinhas pela parede. O caos!!!

Cheguei a cogitar a doação da Liz para alguém conhecido. Nem ele e nem a Gabi aceitaram a ideia. Certo dia, vendo meu desespero, meus pais (nossos anjos da guarda!) nos disseram que ficariam com a Liz na casa deles até que vendêssemos o apartamento e mudássemos para uma casa. Neste caso, Liz poderia ficar na parte externa e Breno poderia se tratar tranquilamente.

Até hoje não sei como meus pais sobreviveram e esse “furacão”.

Quando levamos a Liz para a casa deles (localizada em Araraquara – SP), ela estava com 2,800 kg. Era uma bolinha de pelo. Liz parecia crescer mais rápido que grama. O peso e o tamanho foram duplicando numa velocidade assustadora. Isso sem contar que ela tinha uma energia descomunal e começou a destruir tudo o que via pela frente.

Não saberia dizer quantos sapatos foram destruídos. Ela também estragou 5 portas de armários da casa dos meus pais, o fundo de um sofá, um ferro de passar roupas (isso mesmo!!! Liz estraçalhou um ferro!), um vaso de boldo, duas tigelas de alumínio (comeu, literalmente, partes consideráveis das mesmas) e uma infinidade de coisas que não daria para listar aqui....

Cada vez que o telefone tocava eu tinha vontade de começar a chorar, só de imaginar o que ela teria aprontado. Algumas vezes, os sustos foram grandes, como no dia em que ela tomou um pouco de desinfetante (e vomitou por uma semana), ou quando ela comeu 8 cebolas de uma única vez (desta vez, o estrago foi só o bafo insuportável por dias). Teve também o dia em que ela engoliu uma chave. Até hoje, não encontramos.

Liz aprendeu a ligar o ventilador de teto (pulava na parede e apertava o botão). Ela também acendia a luz da área dos fundos, no meio da madrugada, quando queria chamar a atenção de meus pais.

Foram 8 meses de estadia. Meus pais, com certeza, foram os que mais “sofreram” com os “atos terroristas de nossa cachorra”. Ela parecia não ter limites. Cada dia aprontava uma coisa diferente.

Quando ela veio morar conosco, a casa em quem morávamos tinha um quintal com muitas plantas e gramado. Liz cavocou diversos buracos na grama, comeu a roseira inteirinha (com espinho e tudo!), estraçalhou o pé de amora, de jabuticaba... O quintal parecia um campo de guerra!

Quando chovia então, minha nossa! Era o caos. A cachorra fazia questão de ficar na chuva cavucando novos buracos. Depois, sujava todas as paredes e o chão (piso branco) com muito barro. Lembro-me das vezes em que chegávamos, tarde da noite, e tínhamos que dar banho nela e lavar tudo. Muitas vezes, lavávamos o quintal debaixo de chuva, tamanho tinha sido o estrago.

Liz também atacou, por algumas vezes, o saco de carvão e o comeu. Em uma dessas ocasiões, o ataque ocorreu em menos de 12 horas após ela tomar banho. A cachorra ficou irreconhecível. Os pelos dourados ficaram pretos. Ela parecia que tinha saído de uma mina.

Os ataques ao varal, então, foram inúmeros. Atualmente, nosso varal fica isolado por algumas porteiras para que ela não faça mais estragos...

Aos dois anos ela começou a se acalmar. Não que ela tenha se transformado em uma santa. Nada disso. Mas, as artes foram diminuindo. Nos disseram que ela melhoraria bastante após a castração. E isso, realmente, ocorreu.

Não sei se fomos nós que acostumamos com esse jeito “terrorista” dela ou se ela se transformou mesmo desde que a conhecemos. Atualmente, Liz está com 3,5 anos. É um doce de cão, extremamente inteligente e boazinha. Nunca a ouvimos rosnar para nada. As artes, às vezes, acontecem. Tempos atrás, ela comeu um tubo de pomada novinho, com tampa e tudo, que estávamos passando em umas feridinhas de pele que ela tinha.

Ela também adora comer minhas orquídeas bambu. Já comeu tantas que meu quintal está bastante desfalcado, cheio de falhas.  

Mas, para ser bem sincera, passaria por tudo novamente para tê-la conosco. O amor e a lealdade dela por nós compensam qualquer coisa material destruído. Ela e minha filha têm uma sintonia incrível, construíram uma amizade verdadeira e não existe nada melhor que isso.

Se eu pudesse dar um conselho para quem está enfrentando essa “fase difícil” dos primeiros anos de um cachorro, eu diria: tenha paciência e curta muito cada instante. Você sentirá falta de tudo, de cada instante vivido. Cães são tudo de bom!


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Conheça o projeto The Girls On The Road sobre empreendedorismo feminino

Conheça o projeto The Girls On The Road sobre empreendedorismo feminino

O projeto percorreu 99.534 mil quilômetros e realizou mais de 300 entrevistas, nos 5 continentes, com mulheres empreendedoras e especialistas em empreendedorismo. O resultado está no livro “Do jeito delas: histórias de mulheres empreendedoras pelo mundo”. “Desse universo temos a certeza reforçada de que há muito para conhecer e contar sobre mulheres que, ao redor do mundo, abriram um negócio e têm feito muito mais que isso, têm aberto portas para uma mudança cultural”, afirma Taciana Mello, marqueteira e também autora do livro. As dificuldades variam de acordo com o destino, mas são uma constante.

O The Girls On The Road começou em 2016, com a observação das brasileiras Taciana Mello e Fernanda Moura sobre o empreendedorismo no Vale do Silício, na Califórnia. O projeto transformou a dupla de brasileiras em ativistas na busca por caminhos para explicitar o impacto feminino no mundo, trazer exemplos femininos que sirvam de referências para outras mulheres é uma das maneiras de divulgar e promover o empoderamento feminino.

Para saber mais - https://www.thegirlsontheroad.com/


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Quando é hora de reposicionar o negócio?

O mercado para todas as atividades, indústria, comércio (varejista e atacado) e serviços, tem mudado muito. Assim, os setores produtivos estão tentando se adaptar às novas formas de concorrência, o que os faz queimar etapas na cadeia produtiva. Para o doutor em economia, docente do Departamento de Economia da UNESP/Jaboticabal e coordenador do Núcleo de Conjuntura & Estudos Econômicos da UNESP/Araraquara, Elton Eustáquio Casagrande, a revisão de negócios não precisa esperar um problema, pois a atualização empresarial é sempre necessária. Os indícios, no entanto, surgem quando a quantidade de demanda ou vendas reduz, os custos aumentam e as margens diminuem, ou ainda quando ambos acontecem e a empresa perde mercado consumidor.

Outros fatores também indicam a hora de reposicionar:

- Desgaste da marca;

- Mudança do perfil do consumidor;

- Lançamento de novos produtos;

- Inovação do negócio ou produtos;

- Reestilização da marca;

- Penetração em novos mercados;

- Mudança na concorrência;

- Nova oferta de valor ao público e

- Situação econômica adversa. 

 

Quer saber mais sobre economia? Elton Casagrande semanalmente publica o Boletim Informativo Econômico da Unesp. O objetivo é acompanhar as condições econômicas do interior paulista e da região metropolitana de São Paulo por meio de um indicador de atividade econômica para as instituições públicas e privadas.

A publicação é vinculada ao Núcleo de Conjuntura e Estudos Econômicos do Departamento de Economia da Faculdade de Ciências e Letras da UNESPcampus de Araraquara,em parceria com a Assessoria de Comunicação e Imprensa da Reitoria.

O informativo pode ser acompanhado no link: https://www2.unesp.br/portal#!/infonomico/

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UNIVERSIDADES OFERECEM SERVIÇO DE APOIO AOS ESTUDANTES

UFSCAR

O campus da UFSCar em São Carlos tem aproximadamente 10 mil alunos, mil docentes e 800 técnicos-administrativos. Para 2019, foram abertas 1.793 vagas pelo SISU (Sistema de Seleção Unificada). A Universidade tem cerca de 40 cursos de graduação, são ofertados 66 cursos de pós-graduação em todas as áreas do conhecimento e se organiza em 30 departamentos distribuídos nos Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET), Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) e Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS).

No campus São Carlos existem dez edifícios de aulas teóricas (AT), totalizando mais de 130 salas de aula, mais de 300 laboratórios e uma Biblioteca Comunitária (BCo), a primeira com essa característica do Brasil e que soma mais de 280.000 exemplares disponíveis para empréstimo.

Ao estudante, a UFSCar centraliza os serviços na Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE). Criada pela Portaria GR n. 203 de 20/07/2009, a ProACE é responsável por gerenciar unidades administrativas nos quatro campi e é diretamente ligada à qualidade de vida de servidores e alunos; juntamente com os demais órgãos da UFSCar tem como missão planejar, coordenar, promover e avaliar ações de atendimento e assistência à comunidade universitária.

Os serviços oferecidos compreendem deste a alimentação e manutenção dos restaurantes universitários, até a assistência ao estudante e servidores com relação à saúde, educação infantil de dependentes, esportes e atividades físicas, além de bolsas-auxílio e outras modalidades de suporte como o SOS Estudante.

Para saber mais sobre todos esses serviços acesse http://www.proace.ufscar.br.


*com informações - www.ufscar.br



USP SÃO CARLOS

A USP em São Carlos possui dois campi. Para 2019, ofereceu 1.010 vagas para novos estudantes. Ao todo são 4.625 alunos de graduação, 3.030 alunos de pós-graduação, 505 docentes, 1.052 funcionários técnicos e 1,052 administrativos distribuídos em 22 cursos de graduação e 19 programas de pós-graduação.

São cinco unidades de ensino – EESC, IAU, ICMC, IFSC e IQSC -, somadas à Prefeitura do Campus USP de São Carlos (PUSP-SC), ao Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) e a outros órgãos de apoio que formam a USP-São Carlos.

Para o estudante, o campus São Carlos da USP oferece, por meio do Serviço de Promoção Social e Moradia Estudantil (SVSOCIAL), ações visando garantir  condições para manter-se condignamente na universidade, podendo ampliar suas atividades acadêmicas e concluir o curso ao qual se encontra vinculado.

Para atender aos princípios do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE) da Universidade de São Paulo, apoios e bolsas são disponibilizados para alunos de graduação que apresentem e comprovem, por meio de documentos, dificuldades socioeconômicas para se manter no ensino superior. O Programa pode oferecer alimentação, transporte, moradia, bolsas e auxílios, assistência social, assistência médica, creche e atividades físicas e culturais.

Para saber mais sobre o Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE-USP) acesse -  http://www.saocarlos.usp.br/permanencia-estudantil/


*com informações site - http://www.saocarlos.usp.br

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Como escolher seu intercâmbio

Você quer fazer um intercâmbio, mas tem dúvidas sobre o destino? Tudo bem, são muitas opções de lugares para conhecer. Alguns frios e outros quentes, regiões que só de andar pelas ruas da cidade te contam a história e metrópoles que te colocam em contato com tecnologia e natureza. Então, que tal uma ajuda para tomar essa decisão?

“Saber qual o seu perfil de viajante vai te ajudar não só a escolher o destino, mas a planejar todo o intercâmbio”, comenta Fabiana Fernandes, gerente de produtos da CI Intercâmbio e Viagem.

De acordo com a especialista, conhecer bem os gostos e preferências do cliente ajuda a encontrar o país ideal, considerando fatores econômicos, profissionais e sociais dos países. Na CI Intercâmbio e Viagem os principais destinos para intercâmbio em 2017 foram Canadá (39%), EUA (17%), UK (16%), Oceania (8%) e Irlanda (8%), com destaque para Malta (6%) e África do Sul (5%), cuja procura vem crescendo nos últimos anos.

 

Destino X Perfil

- Não posso ficar sem uma praia ou contato com a natureza

Se você espera o final de semana chegar para correr para a areia e água salgada, ou se não vê a hora de fazer uma boa caminhada com muito verde e a céu aberto, é bom começar suas buscas por destinos reconhecidos pelo calor e pelo sol presente no dia a dia.

Para esse perfil de intercambista países como Austrália, EUA, Nova Zelândia, Malta e África do Sul são ótimos destinos para desenvolver o inglês e aproveitar belas praias e a natureza. Existem ainda lugares na Inglaterra, como Brighton, que também podem surpreender com suas praias.

- Estou aqui para negócios

Para quem quer dar um up na carreira, aumentar o networking e ainda aperfeiçoar um segundo idioma, pesquisar destinos que permitam fazer cursos profissionalizantes vai tornar a experiência completa do começo ao fim.

Alguns destinos que disponibilizam programas de curta duração voltados para negócios são os EUA, Nova Zelândia, Canadá, Suíça e Inglaterra.

- Quero mesmo é conhecer os pontos históricos

Visitar museus, monumentos, igrejas, ruínas e registrar tudo em fotos. Se esse roteiro está sempre em suas viagens, o caminho a seguir é pesquisar destinos que deixaram sua marca na História.

Países na Europa são uma ótima escolha para esse perfil de intercambista. A proximidade de um país com o outro ainda facilita conhecer muitos outros pontos históricos do velho mundo.

- O propósito é ajudar o próximo

Se cuidar das pessoas, dos animais e do meio ambiente é algo que você está buscando, começar a pesquisar destinos que permitam o trabalho como voluntário é o caminho a seguir.

Países como Tailândia, Cidade do Cabo e África do Sul são os destinos para esse perfil de viajante.

- Minhas horas vagas quero investir nos esportes

Praticar um esporte e ainda melhorar o inglês, alguns intercâmbios permitem aproveitar as instalações das instituições de ensino. São muitas modalidades: futebol, natação, vôlei, corrida, entre outros.

Os EUA é o destino ideal para desenvolver suas habilidades físicas, esportivas e aprender o segundo idioma.

 

Após identificar o seu perfil de intercambista é a hora de reunir todos os possíveis destinos que encaixam nas suas preferências e escolher qual intercâmbio fazer, quanto tempo ficar e quanto pretende gastar. “Essa vivência internacional escolhida de acordo com o gosto do viajante trará benefícios tanto na vida pessoal quanto profissional da pessoa”, completa Fabiana Fernandes.

Fonte – Assessoria de Imprensa CI

 

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