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Sem motivação para emagrecer? 5 dicas que funcionam

Por Sophie Deran, nutricionista franco-brasileira, doutora pela USP e apaixonada pela neurociência do comportamento alimentar.

Muita gente está procurando formas de perder peso, o que geralmente inclui “fechar a boca e malhar” acompanhado de disciplina e força de vontade. Esse tipo de motivação para emagrecer por vezes mais atrapalha do que ajuda, pois reduz tudo a uma questão de “foco, força e fé”.

Na verdade, emagrecer, ou melhor, atingir um peso saudável, inclui diversos fatores que vão além do que comemos. Diz respeito também a como comemos, a problemas hormonais, metabólicos, fisiológicos, psicológicos, e à qualidade do sono, etc.

Do mesmo modo, a motivação não é estática, de modo que podemos nos sentir mais ou menos motivados. Ela muda pela influência de diversos fatores, internos e externos, que estimulam nossas decisões e atitudes. Vamos entendê-la melhor?

O que é motivação?

A motivação é um elemento que impulsiona as pessoas a executarem uma ação de determinada forma, ou seja, a agirem para atingir seus objetivos.

É um sentimento individual. Isso quer dizer que parte de cada um de nós. Não é possível que eu te motive, apenas posso estimular os seus motivos. Porém você é capaz de encontrar motivação, de acordo com a consciência que você apresenta para mudar, como também pelo momento da sua vida.

Motivação Interna - Quando a motivação parte de fatores internos, mais autônoma ela se torna, e assim nos sentimos mais estimulados a realizar mudanças e a mantê-las a longo prazo.

Essa motivação autônoma ocorre quando aprendemos ou experimentamos algo novo, quando nos sentimos desafiados, e pelo estímulo a sensações prazerosas associadas a mudanças que influenciam os sentidos. Por exemplo, quando alguém resolve fazer um novo esporte e sente que aquilo traz aprendizados, além de benefícios para o corpo e o bem-estar.

Motivação Externa - Além dos fatores internos, fatores externos e do meio em que a pessoa está inserida podem motivá-la ou desmotivá-la. Nesse caso, a motivação não traz tanta autonomia, ainda que possa trazer mudanças a curto prazo.

Nesse caso, nos sentimos motivados porque vamos ganhar algo em troca, como um prêmio ou recompensa, para evitar um sentimento de culpa, ou por acreditarmos naquilo, apesar de não sentirmos prazer na ação.

Esse tipo de motivação está relacionada a determinados comportamentos como: restringir a alimentação para caber em um vestido, não comer um bolo de aniversário para evitar sentimentos de arrependimento e medo de engordar, ou comer determinado alimento mesmo sem gostar apenas porque acredita que ele contribuirá para o emagrecimento.

Nesses casos, a motivação para emagrecer é controlada por fatores externos, não nos traz autonomia, e não nos comprometemos em manter nossa mudança de comportamento a longo prazo. Mas porque isso acontece?

Por que buscar a motivação para emagrecer em fatores internos?

Quando buscamos uma motivação para emagrecer, geralmente focamos em uma perda de peso rápida comumente associada com uma dieta restritiva e exercícios físicos para aumentar o gasto calórico.

Essa motivação para emagrecer, com ênfase apenas no peso, não traz mudanças sustentáveis nem duradouras. Logo após emagrecer os dois quilos que deseja e entrar no vestido, é bem provável que volte a engordar, entrando no que é efeito sanfona e tendo o emagrecimento como uma obsessão.

As mudanças de comportamento ganham mais sentido, quando desviamos o pensamento da mera perda de peso, e focamos nos ganhos para a nossa saúde. Quando sentimos que comemos de maneira saudável e que isso faz bem para o nosso corpo, saúde e bem-estar, nos sentimento verdadeiramente motivados.

Mais do que procurar uma motivação para emagrecer é importante buscar motivos internos que te levem a mudar determinados comportamentos a longo prazo e que contribuam para que você se mantenha motivado. Para isso, trago abaixo algumas dicas que podem te ajudar.

Como manter a motivação para emagrecer? 5 Dicas

1- Aceite e respeite o seu corpo

Não seja tão crítico em relação ao seu corpo. Não faça julgamentos nem comentários depreciativos ou negativos sobre ele. Aprecie as partes do seu corpo que mais gosta em vez de ressaltar aquilo que mais te incomoda.

Perceba-o como algo indispensável que te permite realizar tantas atividades no dia-a-dia: locomover-se, trabalhar, divertir-se, exercitar-se, conversar, etc. Essa é minha primeira dica para quem busca motivação para emagrecer.

2 – Tire o foco do peso

O excesso de peso pode estar associada com problemas de saúde e não há nenhum mal em querer emagrecer, desde que de forma saudável, sem dietas milagrosas nem restritivas.

É importante perceber o emagrecimento como uma consequência de mudanças de comportamento e não como o foco do seu processo. A saúde não depende de um determinado peso ideal, mas de um conjunto de comportamentos saudáveis. Também é preciso lembrar que existem pessoas saudáveis de todos os tamanhos e corpos.

3 – Tenha paciência nos processos

Buscar uma vida saudável e estar em paz com a comida é mais interessante do que buscar como perder peso rápido. Geralmente essa perda está muito ligada a uma dieta impossível de ser seguida a longo prazo. Portanto, o melhor é fazer mudanças progressivas e entender que leva um certo tempo até percebermos os resultados das nossas mudanças em nossa saúde.

4 – Trace metas realistas

Definir metas pode ajudar nas mudanças de comportamento. E consequentemente, no impulso de motivação para emagrecer. Com a ajuda de um profissional de saúde, você pode definir objetivos e determinar alguns passos para atingi-los. Dessa forma você se concentra em mudanças graduais e não em metas irrealistas e imediatistas, como “perder 10kg em 1 semana”.

5 – Reconheça o positivo

Foque naquilo que conseguiu mudar e não se desanime com as metas que não foram atingidas ainda. Isso é essencial para não perder a motivação no emagrecimento.

Mudar é um processo gradativo e dinâmico, somos seres humanos e não máquinas, que repetem tudo do mesmo jeito.

No processo de mudança encontramos diversos obstáculos que não devem ser desanimadores, mas considerados para a compreensão das nossas dificuldades.

Dica final sobre motivação para emagrecer

Sempre que o assunto é saúde devemos contar com um acompanhamento mais próximo e profissional, busque um na sua cidade e siga no caminho do equilíbrio da alimentação e saúde.

Referências: O peso das dietas, ed sextante, 2018; Marle Alvarenga et al. Nutrição comportamental. Barueri: Manole, 2015.

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Mudança de hábito

A UFSCar tem um Departamento de Gestão de Resíduos há quase 20 anos, que separa os materiais recebidos dando-lhes a destinação correta de forma bastante controlada.

Alessandra de Almeida Lucas já separava o lixo reciclável em casa havia tempos, quando se tornou docente do Departamento de Engenharia de Materiais. Professora de reciclagem, ela afirma que ainda é preciso um grande trabalho para convencer as pessoas sobre a importância do consumo consciente e da reciclagem.

A docente estuda o uso do amido de mandioca como termoplástico. “É um polímero natural de origem vegetal que já vem sendo usado como matéria-prima de fonte renovável e baixo custo para a produção de forma mais adequada”, explica.

O problema é que em contato com a água ele se dissolvia. Então, Alessandra aliou-se à pesquisadora Patrícia Santiago Patricio, do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG); juntas, elas chegaram a um material mais estável na presença de água, durável e com propriedades mecânicas e térmicas aprimoradas, que lhes permitiu produzir canudinhos em grande quantidade, trazendo a possibilidade de otimização para outros produtos descartáveis.

Segundo Alessandra, 99% dos plásticos que se utiliza no mundo atualmente não é biodegradável. “Já amido se degrada em qualquer ambiente e não agride os animais marinhos, o que é uma vantagem considerável, além do custo e da fonte renovável”, destaca.

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Abrigo de Idosos Dona Helena Dornfeld

Atualmente, 48 idosos, com idade entre 60 e 97 anos, estão abrigados no Abrigo de Idosos Helena Dornfeld. Fundado em junho de 1975, a manutenção do estabelecimento é feita por meio de doações e um convênio com a Prefeitura de São Carlos.

“Todos os tipos de doações são bem vindas. Sem doações o Abrigo para. Não temos meios de manter as portas abertas sem ajuda da comunidade”, afirma Malu Brito, diretora administrativa. Leite e bolachas doces e salgadas, sacos de lixo de 200 e 100 litros são produtos que podem ser doados sempre.  Itens de higiene pessoal também.

Para se adequar às normas estabelecidas na legislação, uma série de modificações está sendo realizada para adequação do espaço. A doação e produtos para essa reforma também são aceitas.

Que quiser conhecer o trabalho do Helena Dornfeld pode visitar a casa diariamente das 09h às 17h,. Doações também podem ser feitas em dinheiro na conta do Abrigo – Banco do Brasil – Agência 295-x Conta n 4072-x.

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Resiliência é a palavra dos vitoriosos

Por Ana Garcez, coaching, palestrante e especialista motivacional 

Eu acredito que a resiliência não seja apenas uma capacidade e sim um dom para lidar com situações extremas e delicadas. Saber adequar a dor em meio à realidade do dia a dia. Saber superar, saber viver com tudo em volta e separar cada coisa. Os resilientes também têm seu momento de tristeza e fundo do poço e... Aí entra a magia de conseguir juntar as partes quebradas e se levantar para seguir.

Resiliência é a palavra de quem olha para o foco, de quem não desiste, de quem tem o dom de se reinventar a cada queda. Tirar delas lições, parar e refletir, descansar e contemplar porque, na verdade, ser resiliente é ser um pouco celestial, é ter fé e ter força que não é possível ser descrita.

A vida vai e deve seguir independentemente do modo como estamos. Tirando casos extremos de vida interrompida, esse presente que temos é apenas um ensinamento diário. Temos como vencer cada situação apresentada por mais difícil que ela seja. Somos abençoados em respirar a cada manhã. Não queira experimentar um dreno de tórax, como o que eu já conheci.

Tenha uma vida saudável: alimente-se de forma saudável, passeie, ria e ame as pessoas da sua vida. Para superar tenha fé, amor próprio e amor ao próximo. Seja generoso, pratique a gratidão, permita-se mais, seja você mesmo. 

Não pegue todos os problemas para você, aprenda a dizer NÃO. Durante o caos ressignifique, ou seja, dê novo significado aos acontecimentos. Seja resiliente. Encontre o propósito maior em tudo o que aconteceu e no que irá acontecer. Trabalhe para o bem-estar do corpo, da alma e do espírito. São eles que nos dão saúde mental para vencermos nossas batalhas.




Se posicionando frente às adversidades


Por Cecília Melo Rosa Tavares, psicóloga do Centro de Reabilitação Pulmonar da Faculdade de Medicina do ABC e da Clínica Cia. da Consulta.


A vida é cheia de ciclos, de altos e baixos. Saber viver nessa gangorra, ser resiliente e superar cada obstáculo se adequando à realidade do dia a dia é fundamental para continuar em frente. 


Como superar as adversidades de forma saudável?

É importante buscar dentro de seus recursos internos um equilíbrio entre os efeitos das situações de risco e os mecanismos protetores, ou seja, dentro de si mesmo encontram-se tanto a possibilidade de abrir novas oportunidades quanto de reforçar as fortalezas internas do sujeito. 


Quais impulsos devemos desenvolver para superar os problemas?

O apego e a resiliência são mecanismos que podem auxiliar o trabalho de fortalecimento interior das pessoas, ou seja, os laços afetivos que o sujeito tem auxiliam na superação das adversidades. 


Por que cuidar da saúde mental diante das adversidades?

O ambiente emocional influi no bem-estar interior. A resiliência advém da observação do adulto em relação à sua infância, quando consegue identificar o que o manteve firme em meio à adversidade vivenciada. A percepção de que uma parte da personalidade sofre, enquanto a outra, melhor protegida, busca sua felicidade, auxilia no processo de superação das adversidades. 


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QUAL SUV LEVAR PARA CASA?

Demétrio Mitre Neto, proprietário da Amur Veículos, revelou que escolheria o Honda HR-V entre todos os SUVs indicados. 


“Eu escolheria o HR-V pela confiabilidade da marca. É Honda. É um carro muito tradicional, econômico, gostoso de andar e bom de comércio e venda. O HR-V tem segurança e tecnologia, além da injeção direta. Não perde em nada para uma linha premium, por exemplo! Tem controle de tração, 4x4 integral. E tem 8 airbags. É um carro com bastante segurança”, justifica Demétrio.


Essa escolha não nos surpreendeu nem um pouco, pois o HR-V é um carro completo, de alta qualidade construtiva e que, além de tudo, conquistou a classificação máxima em segurança nos testes do Latin NCAP. Do ponto de vista estético, seu design de cupê também o torna um SUV bastante interessante para boa parte dos consumidores.

E você, qual carro levaria? Conte para a gente em nossas redes sociais.

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Porque não devemos alimentar animais silvestres (selvagens)

Por Luiz Anelli, biólogo


Muitas pessoas gostam de atrair pássaros ou animais selvagens para perto, alimentando-os com frutas. Mas quem conhece as particularidades da vida selvagem sabe que essa prática pode ter consequências danosas para ambos, animais e humanos. 

Pode parecer algo inofensivo e até benevolente, mas o ato de alimentar animais silvestres, do ponto de vista sanitário, é muito perigoso. 

A comida usada para atrair os pássaros também atrai macacos, quatis, ratos e, consequentemente, serpentes e gatos domésticos (que se aproximam para caçar os pássaros e pequenos roedores). Os animais podem ser transmissores de algumas doenças e esse contato pode provocar a contaminação entre as espécies.

Além da parte sanitária, a facilidade na aquisição de comida faz com que os animais percam o instinto de busca e migração pela mata durante os diferentes períodos do ano.

Esse hábito também pode causar um desequilíbrio ambiental já que, com comida fácil, os animais se reproduzem mais. Os bichos perdem a capacidade de encontrar comida por conta própria. 

A qualidade da nutrição é outro fator. O alimento fácil e saboroso faz com que o bicho não busque outras fontes de alimento, o que pode desencadear problemas imunológicos e de metabolismo, levando famílias inteiras de animais à morte.

A atração de animais para perto de casa pode modificar o equilíbrio populacional da área provocando desequilíbrio no número de predadores e mais facilidade na transmissão de doenças e da reprodução consanguínea.

Há muitos motivos para não se alimentar os animais silvestres. Devemos lembrar que a vida selvagem não precisa da ação humana para prosperar. Então, se ver um animalzinho próximo da sua casa, observe, tire uma foto, mas não dê comida. 

Fotos: Djalma Ribeiro Júnior Daniel Silva

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Conheça as novas regras para pescar no Pantanal

Daniela Zigante


O sonho de consumo de todo pescador, profissional ou amador, é um dia poder pescar no Pantanal. Se o destino for o Mato Grosso do Sul, antes de se aventurar nessa viagem e usufruir de toda beleza e dos recursos da região, é preciso conhecer algumas regras. 

As orientações são do empresário/economista aposentado Floriano Saratt.  Proprietário do pesqueiro Salobrinha, localizado às margens do Rio Mirando/MS, ele alerta: as normas para a pescaria no Estado foram atualizadas. “Hoje, há tamanhos mínimos e cotas de captura, alguns apetrechos são proibidos em algumas bacias (Paraná e Paraguai), têm rios onde a pesca é proibida e rios onde só se permite a modalidade pesque-solte”, explica.

Para 2020 tem novidades. “No ano que vem entra em vigor no Mato Grosso do Sul a Cota Zero, ou seja, o pescador não poderá retirar o peixe e transportá-lo, só será possível o consumo no local da captura. A prática do pesque-solte continua permitida”, enfatiza o empresário.

Confira outras orientações.

As principais regiões de pesca no Pantanal são: Aquidauana, Miranda e Corumbá. Para pescar e transportar peixes nesses locais é necessária uma autorização ambiental para a pesca desportiva. O serviço está disponível online no site http://www.pescaamadora.imasul.ms.gov.br. A multa por pescar sem licença é de R$ 300,00 (trezentos reais) a R$ 10.000,00,(dez mil reais) mais R$ 20,00 (vinte reais) por quilo de pescado capturado, somada à apreensão de todo o material de pesca, bem como barcos, motores e veículos.


Cotas 

A cota permitida por pescador amador para a temporada 2019 é um exemplar mais 05 (cinco) quilos de peixe e 05 (cinco) piranhas obedecendo aos tamanhos mínimos e máximo para cada espécie.

Obrigatoriamente o pescador tem que lacrar, declarar seu pescado e pagar o Selo Turismo em um posto Posto da Polícia Militar Ambiental. Nesse local, receberá um Guia de Controle do Pescado.

A penalidade para quem não declarar seus estoques é de multa de R$ 700,00 (setecentos reais) a R$ 100 mil (cem mil reais), com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais) por quilo ou fração do pescado, ou por espécie quando se tratar de produto de pesca para uso ornamental. 

Outras informações podem ser consultadas na Cartilha Ambiental http://www.imasul.ms.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/CARTILHA-PESCADOR-2019.pdf

www.pesqueirosalobrinha.com.br 


A temporada de pesca boa é nesse período!

A melhor época para pescar no Pantanal é entre agosto e o início de novembro. Os rios estão baixos, os peixes estão todos dentro do leito do rio e a água limpa. 

( olho)


Nesse cenário é possível pescar cachorra, pacu, piraputanga, piau, além dos peixes de fundo que são o pintado, jaú, juropoca e jurupensém.

De março a abril, os rios começam suas vazantes deixando as águas sujas, bom para pescar peixe de couro, como pintado, jaú, juropoca, cachara, sendo as saídas de água (vazantes) os melhores locais.  

De maio a julho, os rios estão mais baixos, porém a temperatura da água (inverno) atrapalha um pouco a pescaria. Entre novembro e fevereiro, é o período de Piracema e a pesca é proibida.

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