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Crônica: “A vida com um filhote: Amor pra cachorro”

Chronicle

Life with a puppy: A dog’s love


Por Kelen Trevisan Fernandes Takakura


Gabi sempre foi doida por animais. Todos eles; chegando ao ponto de acariciar lagartixas e colocá-las para dormir. Entretanto, cães sempre foram sua grande paixão. Durante anos, ela nos pediu um cachorro. E não era “qualquer” cachorro. Gabi queria um Golden Retriever. Na época, morávamos em um apartamento de, aproximadamente, 56 m2, em SP. Toda vez que eu imaginava um cão do porte de um Golden lá dentro, chegava a me dar um frio na espinha.

Perto de completar 8 anos, ela nos disse que queria festa (Gabi ama comemorar os aniversários!). Em troca, queria a cachorra. Eu, por mim, continuaria “enrolando” por mais um tempo, já que tínhamos a intenção de nos mudarmos de SP para o interior do estado. O pai dela, mestre em executar todas as vontades da filha, acatou o pedido na mesma hora. Conversamos com muitas pessoas que tinham o cão da mesma raça em apartamentos e, todos nos disseram que, desde que a levássemos para passear com frequência, não haveria problema algum em conviver com ela em um espaço pequeno. Goldens adoram a companhia dos donos.

Pesquisei tudo sobre a raça e, principalmente, sobre canis responsáveis de criação da mesma. O grande dia chegou. Lembro-me exatamente como se fosse hoje. Era um fim de tarde de domingo e dissemos para a Gabi que iríamos visitar um amigo do Breno (marido). Chegando ao canil, fomos apresentados a dois filhotes: um macho e uma fêmea. A fêmea era muito mais quietinha e parecia que “tinha nascido para a nossa família”. Voltamos para casa com ela e a nossa “saga” começou com a Liz. Descobrimos que, de quietinha, ela não tinha absolutamente nada. A cachorra se transformou e parecia ter tomado 50 garrafas de energético.

Ela não parava. Após uns dois dias, meu marido começou a sentir mal, com falta de ar. Não sabíamos o que era. Foram 17 dias de muito sufoco. O diagnóstico: asma, a causa: o animal. A situação foi ficando insustentável. Tínhamos de manter a Liz na área da cozinha e área de serviço para que ela tivesse o mínimo de contato com o resto do apartamento para que o Breno não piorasse. E, cada dia que passava, ele estava pior. Liz, por sua vez, foi ficando com energia acumulada. Ela comeu toda lateral inferior do fogão, roeu o prendedor da porta, fazia cocô e espalhava tudo com as patinhas pela parede. O caos!!!

Cheguei a cogitar a doação da Liz para alguém conhecido. Nem ele e nem a Gabi aceitaram a ideia. Certo dia, vendo meu desespero, meus pais (nossos anjos da guarda!) nos disseram que ficariam com a Liz na casa deles até que vendêssemos o apartamento e mudássemos para uma casa. Neste caso, Liz poderia ficar na parte externa e Breno poderia se tratar tranquilamente.

Até hoje não sei como meus pais sobreviveram e esse “furacão”.

Quando levamos a Liz para a casa deles (localizada em Araraquara – SP), ela estava com 2,800 kg. Era uma bolinha de pelo. Liz parecia crescer mais rápido que grama. O peso e o tamanho foram duplicando numa velocidade assustadora. Isso sem contar que ela tinha uma energia descomunal e começou a destruir tudo o que via pela frente.

Não saberia dizer quantos sapatos foram destruídos. Ela também estragou 5 portas de armários da casa dos meus pais, o fundo de um sofá, um ferro de passar roupas (isso mesmo!!! Liz estraçalhou um ferro!), um vaso de boldo, duas tigelas de alumínio (comeu, literalmente, partes consideráveis das mesmas) e uma infinidade de coisas que não daria para listar aqui....

Cada vez que o telefone tocava eu tinha vontade de começar a chorar, só de imaginar o que ela teria aprontado. Algumas vezes, os sustos foram grandes, como no dia em que ela tomou um pouco de desinfetante (e vomitou por uma semana), ou quando ela comeu 8 cebolas de uma única vez (desta vez, o estrago foi só o bafo insuportável por dias). Teve também o dia em que ela engoliu uma chave. Até hoje, não encontramos.

Liz aprendeu a ligar o ventilador de teto (pulava na parede e apertava o botão). Ela também acendia a luz da área dos fundos, no meio da madrugada, quando queria chamar a atenção de meus pais.

Foram 8 meses de estadia. Meus pais, com certeza, foram os que mais “sofreram” com os “atos terroristas de nossa cachorra”. Ela parecia não ter limites. Cada dia aprontava uma coisa diferente.

Quando ela veio morar conosco, a casa em quem morávamos tinha um quintal com muitas plantas e gramado. Liz cavocou diversos buracos na grama, comeu a roseira inteirinha (com espinho e tudo!), estraçalhou o pé de amora, de jabuticaba... O quintal parecia um campo de guerra!

Quando chovia então, minha nossa! Era o caos. A cachorra fazia questão de ficar na chuva cavucando novos buracos. Depois, sujava todas as paredes e o chão (piso branco) com muito barro. Lembro-me das vezes em que chegávamos, tarde da noite, e tínhamos que dar banho nela e lavar tudo. Muitas vezes, lavávamos o quintal debaixo de chuva, tamanho tinha sido o estrago.

Liz também atacou, por algumas vezes, o saco de carvão e o comeu. Em uma dessas ocasiões, o ataque ocorreu em menos de 12 horas após ela tomar banho. A cachorra ficou irreconhecível. Os pelos dourados ficaram pretos. Ela parecia que tinha saído de uma mina.

Os ataques ao varal, então, foram inúmeros. Atualmente, nosso varal fica isolado por algumas porteiras para que ela não faça mais estragos...

Aos dois anos ela começou a se acalmar. Não que ela tenha se transformado em uma santa. Nada disso. Mas, as artes foram diminuindo. Nos disseram que ela melhoraria bastante após a castração. E isso, realmente, ocorreu.

Não sei se fomos nós que acostumamos com esse jeito “terrorista” dela ou se ela se transformou mesmo desde que a conhecemos. Atualmente, Liz está com 3,5 anos. É um doce de cão, extremamente inteligente e boazinha. Nunca a ouvimos rosnar para nada. As artes, às vezes, acontecem. Tempos atrás, ela comeu um tubo de pomada novinho, com tampa e tudo, que estávamos passando em umas feridinhas de pele que ela tinha.

Ela também adora comer minhas orquídeas bambu. Já comeu tantas que meu quintal está bastante desfalcado, cheio de falhas.  

Mas, para ser bem sincera, passaria por tudo novamente para tê-la conosco. O amor e a lealdade dela por nós compensam qualquer coisa material destruído. Ela e minha filha têm uma sintonia incrível, construíram uma amizade verdadeira e não existe nada melhor que isso.

Se eu pudesse dar um conselho para quem está enfrentando essa “fase difícil” dos primeiros anos de um cachorro, eu diria: tenha paciência e curta muito cada instante. Você sentirá falta de tudo, de cada instante vivido. Cães são tudo de bom!


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Conheça o projeto The Girls On The Road sobre empreendedorismo feminino

Conheça o projeto The Girls On The Road sobre empreendedorismo feminino

O projeto percorreu 99.534 mil quilômetros e realizou mais de 300 entrevistas, nos 5 continentes, com mulheres empreendedoras e especialistas em empreendedorismo. O resultado está no livro “Do jeito delas: histórias de mulheres empreendedoras pelo mundo”. “Desse universo temos a certeza reforçada de que há muito para conhecer e contar sobre mulheres que, ao redor do mundo, abriram um negócio e têm feito muito mais que isso, têm aberto portas para uma mudança cultural”, afirma Taciana Mello, marqueteira e também autora do livro. As dificuldades variam de acordo com o destino, mas são uma constante.

O The Girls On The Road começou em 2016, com a observação das brasileiras Taciana Mello e Fernanda Moura sobre o empreendedorismo no Vale do Silício, na Califórnia. O projeto transformou a dupla de brasileiras em ativistas na busca por caminhos para explicitar o impacto feminino no mundo, trazer exemplos femininos que sirvam de referências para outras mulheres é uma das maneiras de divulgar e promover o empoderamento feminino.

Para saber mais - https://www.thegirlsontheroad.com/

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Quando é hora de reposicionar o negócio?

O mercado para todas as atividades, indústria, comércio (varejista e atacado) e serviços, tem mudado muito. Assim, os setores produtivos estão tentando se adaptar às novas formas de concorrência, o que os faz queimar etapas na cadeia produtiva. Para o doutor em economia, docente do Departamento de Economia da UNESP/Jaboticabal e coordenador do Núcleo de Conjuntura & Estudos Econômicos da UNESP/Araraquara, Elton Eustáquio Casagrande, a revisão de negócios não precisa esperar um problema, pois a atualização empresarial é sempre necessária. Os indícios, no entanto, surgem quando a quantidade de demanda ou vendas reduz, os custos aumentam e as margens diminuem, ou ainda quando ambos acontecem e a empresa perde mercado consumidor.

Outros fatores também indicam a hora de reposicionar:

- Desgaste da marca;

- Mudança do perfil do consumidor;

- Lançamento de novos produtos;

- Inovação do negócio ou produtos;

- Reestilização da marca;

- Penetração em novos mercados;

- Mudança na concorrência;

- Nova oferta de valor ao público e

- Situação econômica adversa. 

 

Quer saber mais sobre economia? Elton Casagrande semanalmente publica o Boletim Informativo Econômico da Unesp. O objetivo é acompanhar as condições econômicas do interior paulista e da região metropolitana de São Paulo por meio de um indicador de atividade econômica para as instituições públicas e privadas.

A publicação é vinculada ao Núcleo de Conjuntura e Estudos Econômicos do Departamento de Economia da Faculdade de Ciências e Letras da UNESPcampus de Araraquara,em parceria com a Assessoria de Comunicação e Imprensa da Reitoria.

O informativo pode ser acompanhado no link: https://www2.unesp.br/portal#!/infonomico/

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UNIVERSIDADES OFERECEM SERVIÇO DE APOIO AOS ESTUDANTES

UFSCAR

O campus da UFSCar em São Carlos tem aproximadamente 10 mil alunos, mil docentes e 800 técnicos-administrativos. Para 2019, foram abertas 1.793 vagas pelo SISU (Sistema de Seleção Unificada). A Universidade tem cerca de 40 cursos de graduação, são ofertados 66 cursos de pós-graduação em todas as áreas do conhecimento e se organiza em 30 departamentos distribuídos nos Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET), Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) e Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS).

No campus São Carlos existem dez edifícios de aulas teóricas (AT), totalizando mais de 130 salas de aula, mais de 300 laboratórios e uma Biblioteca Comunitária (BCo), a primeira com essa característica do Brasil e que soma mais de 280.000 exemplares disponíveis para empréstimo.

Ao estudante, a UFSCar centraliza os serviços na Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE). Criada pela Portaria GR n. 203 de 20/07/2009, a ProACE é responsável por gerenciar unidades administrativas nos quatro campi e é diretamente ligada à qualidade de vida de servidores e alunos; juntamente com os demais órgãos da UFSCar tem como missão planejar, coordenar, promover e avaliar ações de atendimento e assistência à comunidade universitária.

Os serviços oferecidos compreendem deste a alimentação e manutenção dos restaurantes universitários, até a assistência ao estudante e servidores com relação à saúde, educação infantil de dependentes, esportes e atividades físicas, além de bolsas-auxílio e outras modalidades de suporte como o SOS Estudante.

Para saber mais sobre todos esses serviços acesse http://www.proace.ufscar.br.


*com informações - www.ufscar.br



USP SÃO CARLOS

A USP em São Carlos possui dois campi. Para 2019, ofereceu 1.010 vagas para novos estudantes. Ao todo são 4.625 alunos de graduação, 3.030 alunos de pós-graduação, 505 docentes, 1.052 funcionários técnicos e 1,052 administrativos distribuídos em 22 cursos de graduação e 19 programas de pós-graduação.

São cinco unidades de ensino – EESC, IAU, ICMC, IFSC e IQSC -, somadas à Prefeitura do Campus USP de São Carlos (PUSP-SC), ao Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) e a outros órgãos de apoio que formam a USP-São Carlos.

Para o estudante, o campus São Carlos da USP oferece, por meio do Serviço de Promoção Social e Moradia Estudantil (SVSOCIAL), ações visando garantir  condições para manter-se condignamente na universidade, podendo ampliar suas atividades acadêmicas e concluir o curso ao qual se encontra vinculado.

Para atender aos princípios do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE) da Universidade de São Paulo, apoios e bolsas são disponibilizados para alunos de graduação que apresentem e comprovem, por meio de documentos, dificuldades socioeconômicas para se manter no ensino superior. O Programa pode oferecer alimentação, transporte, moradia, bolsas e auxílios, assistência social, assistência médica, creche e atividades físicas e culturais.

Para saber mais sobre o Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE-USP) acesse -  http://www.saocarlos.usp.br/permanencia-estudantil/


*com informações site - http://www.saocarlos.usp.br

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Como escolher seu intercâmbio

Você quer fazer um intercâmbio, mas tem dúvidas sobre o destino? Tudo bem, são muitas opções de lugares para conhecer. Alguns frios e outros quentes, regiões que só de andar pelas ruas da cidade te contam a história e metrópoles que te colocam em contato com tecnologia e natureza. Então, que tal uma ajuda para tomar essa decisão?

“Saber qual o seu perfil de viajante vai te ajudar não só a escolher o destino, mas a planejar todo o intercâmbio”, comenta Fabiana Fernandes, gerente de produtos da CI Intercâmbio e Viagem.

De acordo com a especialista, conhecer bem os gostos e preferências do cliente ajuda a encontrar o país ideal, considerando fatores econômicos, profissionais e sociais dos países. Na CI Intercâmbio e Viagem os principais destinos para intercâmbio em 2017 foram Canadá (39%), EUA (17%), UK (16%), Oceania (8%) e Irlanda (8%), com destaque para Malta (6%) e África do Sul (5%), cuja procura vem crescendo nos últimos anos.

 

Destino X Perfil

- Não posso ficar sem uma praia ou contato com a natureza

Se você espera o final de semana chegar para correr para a areia e água salgada, ou se não vê a hora de fazer uma boa caminhada com muito verde e a céu aberto, é bom começar suas buscas por destinos reconhecidos pelo calor e pelo sol presente no dia a dia.

Para esse perfil de intercambista países como Austrália, EUA, Nova Zelândia, Malta e África do Sul são ótimos destinos para desenvolver o inglês e aproveitar belas praias e a natureza. Existem ainda lugares na Inglaterra, como Brighton, que também podem surpreender com suas praias.

- Estou aqui para negócios

Para quem quer dar um up na carreira, aumentar o networking e ainda aperfeiçoar um segundo idioma, pesquisar destinos que permitam fazer cursos profissionalizantes vai tornar a experiência completa do começo ao fim.

Alguns destinos que disponibilizam programas de curta duração voltados para negócios são os EUA, Nova Zelândia, Canadá, Suíça e Inglaterra.

- Quero mesmo é conhecer os pontos históricos

Visitar museus, monumentos, igrejas, ruínas e registrar tudo em fotos. Se esse roteiro está sempre em suas viagens, o caminho a seguir é pesquisar destinos que deixaram sua marca na História.

Países na Europa são uma ótima escolha para esse perfil de intercambista. A proximidade de um país com o outro ainda facilita conhecer muitos outros pontos históricos do velho mundo.

- O propósito é ajudar o próximo

Se cuidar das pessoas, dos animais e do meio ambiente é algo que você está buscando, começar a pesquisar destinos que permitam o trabalho como voluntário é o caminho a seguir.

Países como Tailândia, Cidade do Cabo e África do Sul são os destinos para esse perfil de viajante.

- Minhas horas vagas quero investir nos esportes

Praticar um esporte e ainda melhorar o inglês, alguns intercâmbios permitem aproveitar as instalações das instituições de ensino. São muitas modalidades: futebol, natação, vôlei, corrida, entre outros.

Os EUA é o destino ideal para desenvolver suas habilidades físicas, esportivas e aprender o segundo idioma.

 

Após identificar o seu perfil de intercambista é a hora de reunir todos os possíveis destinos que encaixam nas suas preferências e escolher qual intercâmbio fazer, quanto tempo ficar e quanto pretende gastar. “Essa vivência internacional escolhida de acordo com o gosto do viajante trará benefícios tanto na vida pessoal quanto profissional da pessoa”, completa Fabiana Fernandes.

Fonte – Assessoria de Imprensa CI

 

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Arte de receber

A palestrante, instrutora e consultora de imagem especializada em Comportamento, Moda, Etiqueta Social e Corporativa, Dress Code e formada em Protocolos Internacionais pela renomada The Protocol School of Washington, Rachel Jordan, dá as dicas.

Ter boas maneiras à mesa é extremamente importante. É uma demonstração de respeito tanto com as pessoas que estão ao seu lado quanto consigo mesmo. Algumas pessoas não se preocupam muito com o modo à mesa dos outros, mas existem outras que podem levá-lo a sério e considerá-lo como um fator negativo para a sua imagem pessoal e profissional. Alguém com maus modos à mesa é geralmente percebido, correta ou erroneamente, como desagradável, descuidado e/ou egoísta. Saiba quais maus modos à mesa podem ser uma primeira impressão negativa:

1. Mastigue com a boca fechada.
2. Mantenha o smartphone fora da mesa e ajuste para silencioso ou vibrador. Aguarde para verificar as chamadas e os textos até terminar a refeição – e longe da mesa.
3. Não use seus talheres como se estivesse usando uma pá ou esfaqueando sua comida.
4. Não palite os dentes na mesa.
5. Lembre-se de usar o seu guardanapo para limpar os lábios antes de beber algo.
6. Espere até terminar de mastigar para beber algo, a não ser que esteja engasgada.
7. Corte apenas um pedaço de comida de cada vez.
8. Sentada, encoste a lombar na cadeira para que sua postura fique ereta. Evite ficar com a postura encolhida e não “deite” na cadeira ou jogue a mesma para trás como se fosse de balanço.
9. Em vez de cruzar o braço na frente das pessoas para pegar algo, peça para que o que você precisa seja passado para você.
10. Participe da conversa durante a refeição, isto quer dizer falar e escutar.

Outras informações e dicas de etiqueta e imagem:

Site: www.racheljordan.com.br

Facebook: facebook.com/racheljordanimagemecomportamento

Instagram: racheljordan__

Youtube: youtube.com/falandodeestilo

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Profissionais na obra: orientações para construção

Uma pesquisa realizada Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e pelo Instituto Datafolha mostrou que a maioria das reformas ou construções particulares no Brasil é feita sem a assistência de um profissional especializado, em desrespeito às leis e normas vigentes no país.

A pesquisa apontou que 54% da população economicamente ativa já construiu ou reformou imóvel residencial ou comercial. Desse grupo, 85,40% fizeram o serviço por conta própria ou com pedreiros e mestres de obras, amigos e parentes. Apenas 14,60% contratou arquitetos ou engenheiros.

Segundo a legislação brasileira, toda nova edificação deve ser registrada junto ao governo e possuir um responsável técnico, que pode ser um arquiteto ou engenheiro devidamente registrado em seu conselho profissional (CAU ou CREA).

Os arquitetos são profissionais habilitados para orientar todo o processo de uma construção, desde a escolha do terreno até a entrega das chaves, desenvolvendo projetos arquitetônicos, fazendo a compatibilização entre os projetos complementares ao de arquitetura (estruturas, instalações prediais, paisagismo, automação, por exemplo), especificando materiais e serviços, controlando as compras e os recebimentos de materiais, contratação de serviços e fazendo a documentação da obra (aprovação de projetos, pedidos de vistorias etc.)

Muitos erros no planejamento de uma construção acontecem devido à falta desses profissionais. O arquiteto e sócio-diretor na CAT Engenharia e Arquitetura, Adriano Bosetti, fala sobre os principais erros.

O primeiro deles é escolher o terreno sem uma orientação técnica. O segundo é contratar os profissionais responsáveis pela elaboração dos projetos pelo preço. O barato pode sair caro. O mesmo vale para a contratação de serviços e compra de materiais. Materiais mais baratos têm, via de regra, vida útil mais curta. A maioria das pessoas pensam que a construção é o momento mais caro de uma obra, mas esquecem que as manutenções custarão muito mais, sobretudo se demandarem reformas e reparos.

Outro erro muito comum é dispensar o profissional do gerenciamento da obra para economizar na administração. Deixar por conta do construtor, de um amigo, parente ou tentar fazer por conta própria com certeza trará uma economia imediata, mas em poucas semanas as dores de cabeça aparecerão e os problemas serão mais difíceis de resolver, o que normalmente significa gastar mais tempo e dinheiro do que o previsto. Não se deve automedicar! Da mesma forma, não se deve construir nem reformar sem contratar os serviços legais e necessários de arquitetos e engenheiros!

Fontes: Adriano Bosetti  e CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo)Veja aqui os dados da pesquisa www.caubr.gov.br/pesquisa2015/

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Além dos cartões postais - Paris

1)      Apreciar arte além do Louvre: Musée Rodin
Por mais que o Louvre seja uma experiência incrível, em uma única visita é difícil aproveita-lo como um todo, além de ser um enorme ponto de encontro dos turistas. Dessa forma, é importante considerar outros museus para visita e ter experiências mais confortáveis. O Musée Rodin, por exemplo, era um hôtel particulier (termo francês para Palácio Urbano) o qual o escultor Auguste Rodin usou como oficina. Além das incríveis obras do escultor, você se sentirá acolhido nessa grande casa rodeada por um belíssimo jardim, como um convidado da época aristocrática. Outras opções: Centre Pompidou aos amantes de arte moderna ou o Musée D’Orsay, antiga ferroviária da cidade.

2)      Comer o escargot de pistache e chocolate do Du Pain et Des Ideés

Du Pain et Des Idées é reconhecida como uma das melhores boulangeries da cidade. O escargot doce de pistache com chocolate (não o caracol em si, mas uma espécie de massa folhada no formato do molusco) é uma bela experiência gastronômica. Uma dica: evitar horários de pico como fim da tarde e aproveitar para sentar na beira do canal saint-martin, que é próximo.

3)      Passear pelo Marché Montorgueil

Até o escritor Honoré Balzac cita a Rue Montorgueil em sua obra “Comédia Humana”. De confeitarias a floriculturas, peixarias a livrarias, é maravilhoso caminhar pela agitação da rua e petiscar frutas e queijos ao longo do passeio.

4)      Tomar um café ou drink no rooftop do Printemps

Printemps é um departamento de lojas de luxo assim como as Galerias Lafayette. Porém, muitas vezes mais vazio – e tão elegante quanto. O seu rooftop tem uma das mais belas vistas de Paris. Tomar um café ou um drink no restaurante Deli-Cieux é um passeio simples e inesquecível.

5)      Descobrir as passagens cobertas de Paris

Paris é cheia de charmes escondidos. Um desses charmes pode-se descobrir nas passagens cobertas entre as ruas que abrigam lojas e restaurantes. Passage des Paronamas é a mais antiga da cidade, e sua arquitetura é um teletransporte para a mais tradicional Paris de anos passados.

 

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