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QUAL SUV LEVAR PARA CASA?

Demétrio Mitre Neto, proprietário da Amur Veículos, revelou que escolheria o Honda HR-V entre todos os SUVs indicados. 


“Eu escolheria o HR-V pela confiabilidade da marca. É Honda. É um carro muito tradicional, econômico, gostoso de andar e bom de comércio e venda. O HR-V tem segurança e tecnologia, além da injeção direta. Não perde em nada para uma linha premium, por exemplo! Tem controle de tração, 4x4 integral. E tem 8 airbags. É um carro com bastante segurança”, justifica Demétrio.


Essa escolha não nos surpreendeu nem um pouco, pois o HR-V é um carro completo, de alta qualidade construtiva e que, além de tudo, conquistou a classificação máxima em segurança nos testes do Latin NCAP. Do ponto de vista estético, seu design de cupê também o torna um SUV bastante interessante para boa parte dos consumidores.

E você, qual carro levaria? Conte para a gente em nossas redes sociais.

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Porque não devemos alimentar animais silvestres (selvagens)

Por Luiz Anelli, biólogo


Muitas pessoas gostam de atrair pássaros ou animais selvagens para perto, alimentando-os com frutas. Mas quem conhece as particularidades da vida selvagem sabe que essa prática pode ter consequências danosas para ambos, animais e humanos. 

Pode parecer algo inofensivo e até benevolente, mas o ato de alimentar animais silvestres, do ponto de vista sanitário, é muito perigoso. 

A comida usada para atrair os pássaros também atrai macacos, quatis, ratos e, consequentemente, serpentes e gatos domésticos (que se aproximam para caçar os pássaros e pequenos roedores). Os animais podem ser transmissores de algumas doenças e esse contato pode provocar a contaminação entre as espécies.

Além da parte sanitária, a facilidade na aquisição de comida faz com que os animais percam o instinto de busca e migração pela mata durante os diferentes períodos do ano.

Esse hábito também pode causar um desequilíbrio ambiental já que, com comida fácil, os animais se reproduzem mais. Os bichos perdem a capacidade de encontrar comida por conta própria. 

A qualidade da nutrição é outro fator. O alimento fácil e saboroso faz com que o bicho não busque outras fontes de alimento, o que pode desencadear problemas imunológicos e de metabolismo, levando famílias inteiras de animais à morte.

A atração de animais para perto de casa pode modificar o equilíbrio populacional da área provocando desequilíbrio no número de predadores e mais facilidade na transmissão de doenças e da reprodução consanguínea.

Há muitos motivos para não se alimentar os animais silvestres. Devemos lembrar que a vida selvagem não precisa da ação humana para prosperar. Então, se ver um animalzinho próximo da sua casa, observe, tire uma foto, mas não dê comida. 

Fotos: Djalma Ribeiro Júnior Daniel Silva

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Conheça as novas regras para pescar no Pantanal

Daniela Zigante


O sonho de consumo de todo pescador, profissional ou amador, é um dia poder pescar no Pantanal. Se o destino for o Mato Grosso do Sul, antes de se aventurar nessa viagem e usufruir de toda beleza e dos recursos da região, é preciso conhecer algumas regras. 

As orientações são do empresário/economista aposentado Floriano Saratt.  Proprietário do pesqueiro Salobrinha, localizado às margens do Rio Mirando/MS, ele alerta: as normas para a pescaria no Estado foram atualizadas. “Hoje, há tamanhos mínimos e cotas de captura, alguns apetrechos são proibidos em algumas bacias (Paraná e Paraguai), têm rios onde a pesca é proibida e rios onde só se permite a modalidade pesque-solte”, explica.

Para 2020 tem novidades. “No ano que vem entra em vigor no Mato Grosso do Sul a Cota Zero, ou seja, o pescador não poderá retirar o peixe e transportá-lo, só será possível o consumo no local da captura. A prática do pesque-solte continua permitida”, enfatiza o empresário.

Confira outras orientações.

As principais regiões de pesca no Pantanal são: Aquidauana, Miranda e Corumbá. Para pescar e transportar peixes nesses locais é necessária uma autorização ambiental para a pesca desportiva. O serviço está disponível online no site http://www.pescaamadora.imasul.ms.gov.br. A multa por pescar sem licença é de R$ 300,00 (trezentos reais) a R$ 10.000,00,(dez mil reais) mais R$ 20,00 (vinte reais) por quilo de pescado capturado, somada à apreensão de todo o material de pesca, bem como barcos, motores e veículos.


Cotas 

A cota permitida por pescador amador para a temporada 2019 é um exemplar mais 05 (cinco) quilos de peixe e 05 (cinco) piranhas obedecendo aos tamanhos mínimos e máximo para cada espécie.

Obrigatoriamente o pescador tem que lacrar, declarar seu pescado e pagar o Selo Turismo em um posto Posto da Polícia Militar Ambiental. Nesse local, receberá um Guia de Controle do Pescado.

A penalidade para quem não declarar seus estoques é de multa de R$ 700,00 (setecentos reais) a R$ 100 mil (cem mil reais), com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais) por quilo ou fração do pescado, ou por espécie quando se tratar de produto de pesca para uso ornamental. 

Outras informações podem ser consultadas na Cartilha Ambiental http://www.imasul.ms.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/CARTILHA-PESCADOR-2019.pdf

www.pesqueirosalobrinha.com.br 


A temporada de pesca boa é nesse período!

A melhor época para pescar no Pantanal é entre agosto e o início de novembro. Os rios estão baixos, os peixes estão todos dentro do leito do rio e a água limpa. 

( olho)


Nesse cenário é possível pescar cachorra, pacu, piraputanga, piau, além dos peixes de fundo que são o pintado, jaú, juropoca e jurupensém.

De março a abril, os rios começam suas vazantes deixando as águas sujas, bom para pescar peixe de couro, como pintado, jaú, juropoca, cachara, sendo as saídas de água (vazantes) os melhores locais.  

De maio a julho, os rios estão mais baixos, porém a temperatura da água (inverno) atrapalha um pouco a pescaria. Entre novembro e fevereiro, é o período de Piracema e a pesca é proibida.

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O diferente do diferente: Um concerto sobre o universo

Apresentar a história da criação da matéria e da vida no Universo e no planeta Terra, aliar música e conhecimento científico. Esse foi um dos desafios da Orquestra que deu muito certo.

Em parceria com o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), a Orquestra Experimental da UFSCar e o Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) criaram o concerto “Infinito em todas as direções”. Inspirado nas origens da matéria, do Universo e, em última instância, da vida na Terra, o espetáculo foi montado para a difusão científica. O concerto foi planejado com nove músicas, cinco delas inéditas compostas especialmente para o projeto. Durante a apresentação as narrativas, músicas, vídeos e efeitos levam o espectador a uma viagem às origens do planeta. 

O Concerto será trabalhado ao longo do segundo semestre. 

Ficou curioso, acesse o QR Code e assista no blog da revista Maria Aires a apresentação do Concerto “Infinito em todas as direções”.

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