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Como escolher seu intercâmbio

Você quer fazer um intercâmbio, mas tem dúvidas sobre o destino? Tudo bem, são muitas opções de lugares para conhecer. Alguns frios e outros quentes, regiões que só de andar pelas ruas da cidade te contam a história e metrópoles que te colocam em contato com tecnologia e natureza. Então, que tal uma ajuda para tomar essa decisão?

“Saber qual o seu perfil de viajante vai te ajudar não só a escolher o destino, mas a planejar todo o intercâmbio”, comenta Fabiana Fernandes, gerente de produtos da CI Intercâmbio e Viagem.

De acordo com a especialista, conhecer bem os gostos e preferências do cliente ajuda a encontrar o país ideal, considerando fatores econômicos, profissionais e sociais dos países. Na CI Intercâmbio e Viagem os principais destinos para intercâmbio em 2017 foram Canadá (39%), EUA (17%), UK (16%), Oceania (8%) e Irlanda (8%), com destaque para Malta (6%) e África do Sul (5%), cuja procura vem crescendo nos últimos anos.

 

Destino X Perfil

- Não posso ficar sem uma praia ou contato com a natureza

Se você espera o final de semana chegar para correr para a areia e água salgada, ou se não vê a hora de fazer uma boa caminhada com muito verde e a céu aberto, é bom começar suas buscas por destinos reconhecidos pelo calor e pelo sol presente no dia a dia.

Para esse perfil de intercambista países como Austrália, EUA, Nova Zelândia, Malta e África do Sul são ótimos destinos para desenvolver o inglês e aproveitar belas praias e a natureza. Existem ainda lugares na Inglaterra, como Brighton, que também podem surpreender com suas praias.

- Estou aqui para negócios

Para quem quer dar um up na carreira, aumentar o networking e ainda aperfeiçoar um segundo idioma, pesquisar destinos que permitam fazer cursos profissionalizantes vai tornar a experiência completa do começo ao fim.

Alguns destinos que disponibilizam programas de curta duração voltados para negócios são os EUA, Nova Zelândia, Canadá, Suíça e Inglaterra.

- Quero mesmo é conhecer os pontos históricos

Visitar museus, monumentos, igrejas, ruínas e registrar tudo em fotos. Se esse roteiro está sempre em suas viagens, o caminho a seguir é pesquisar destinos que deixaram sua marca na História.

Países na Europa são uma ótima escolha para esse perfil de intercambista. A proximidade de um país com o outro ainda facilita conhecer muitos outros pontos históricos do velho mundo.

- O propósito é ajudar o próximo

Se cuidar das pessoas, dos animais e do meio ambiente é algo que você está buscando, começar a pesquisar destinos que permitam o trabalho como voluntário é o caminho a seguir.

Países como Tailândia, Cidade do Cabo e África do Sul são os destinos para esse perfil de viajante.

- Minhas horas vagas quero investir nos esportes

Praticar um esporte e ainda melhorar o inglês, alguns intercâmbios permitem aproveitar as instalações das instituições de ensino. São muitas modalidades: futebol, natação, vôlei, corrida, entre outros.

Os EUA é o destino ideal para desenvolver suas habilidades físicas, esportivas e aprender o segundo idioma.

 

Após identificar o seu perfil de intercambista é a hora de reunir todos os possíveis destinos que encaixam nas suas preferências e escolher qual intercâmbio fazer, quanto tempo ficar e quanto pretende gastar. “Essa vivência internacional escolhida de acordo com o gosto do viajante trará benefícios tanto na vida pessoal quanto profissional da pessoa”, completa Fabiana Fernandes.

Fonte – Assessoria de Imprensa CI

 

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Arte de receber

A palestrante, instrutora e consultora de imagem especializada em Comportamento, Moda, Etiqueta Social e Corporativa, Dress Code e formada em Protocolos Internacionais pela renomada The Protocol School of Washington, Rachel Jordan, dá as dicas.

Ter boas maneiras à mesa é extremamente importante. É uma demonstração de respeito tanto com as pessoas que estão ao seu lado quanto consigo mesmo. Algumas pessoas não se preocupam muito com o modo à mesa dos outros, mas existem outras que podem levá-lo a sério e considerá-lo como um fator negativo para a sua imagem pessoal e profissional. Alguém com maus modos à mesa é geralmente percebido, correta ou erroneamente, como desagradável, descuidado e/ou egoísta. Saiba quais maus modos à mesa podem ser uma primeira impressão negativa:

1. Mastigue com a boca fechada.
2. Mantenha o smartphone fora da mesa e ajuste para silencioso ou vibrador. Aguarde para verificar as chamadas e os textos até terminar a refeição – e longe da mesa.
3. Não use seus talheres como se estivesse usando uma pá ou esfaqueando sua comida.
4. Não palite os dentes na mesa.
5. Lembre-se de usar o seu guardanapo para limpar os lábios antes de beber algo.
6. Espere até terminar de mastigar para beber algo, a não ser que esteja engasgada.
7. Corte apenas um pedaço de comida de cada vez.
8. Sentada, encoste a lombar na cadeira para que sua postura fique ereta. Evite ficar com a postura encolhida e não “deite” na cadeira ou jogue a mesma para trás como se fosse de balanço.
9. Em vez de cruzar o braço na frente das pessoas para pegar algo, peça para que o que você precisa seja passado para você.
10. Participe da conversa durante a refeição, isto quer dizer falar e escutar.

Outras informações e dicas de etiqueta e imagem:

Site: www.racheljordan.com.br

Facebook: facebook.com/racheljordanimagemecomportamento

Instagram: racheljordan__

Youtube: youtube.com/falandodeestilo

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Profissionais na obra: orientações para construção

Uma pesquisa realizada Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e pelo Instituto Datafolha mostrou que a maioria das reformas ou construções particulares no Brasil é feita sem a assistência de um profissional especializado, em desrespeito às leis e normas vigentes no país.

A pesquisa apontou que 54% da população economicamente ativa já construiu ou reformou imóvel residencial ou comercial. Desse grupo, 85,40% fizeram o serviço por conta própria ou com pedreiros e mestres de obras, amigos e parentes. Apenas 14,60% contratou arquitetos ou engenheiros.

Segundo a legislação brasileira, toda nova edificação deve ser registrada junto ao governo e possuir um responsável técnico, que pode ser um arquiteto ou engenheiro devidamente registrado em seu conselho profissional (CAU ou CREA).

Os arquitetos são profissionais habilitados para orientar todo o processo de uma construção, desde a escolha do terreno até a entrega das chaves, desenvolvendo projetos arquitetônicos, fazendo a compatibilização entre os projetos complementares ao de arquitetura (estruturas, instalações prediais, paisagismo, automação, por exemplo), especificando materiais e serviços, controlando as compras e os recebimentos de materiais, contratação de serviços e fazendo a documentação da obra (aprovação de projetos, pedidos de vistorias etc.)

Muitos erros no planejamento de uma construção acontecem devido à falta desses profissionais. O arquiteto e sócio-diretor na CAT Engenharia e Arquitetura, Adriano Bosetti, fala sobre os principais erros.

O primeiro deles é escolher o terreno sem uma orientação técnica. O segundo é contratar os profissionais responsáveis pela elaboração dos projetos pelo preço. O barato pode sair caro. O mesmo vale para a contratação de serviços e compra de materiais. Materiais mais baratos têm, via de regra, vida útil mais curta. A maioria das pessoas pensam que a construção é o momento mais caro de uma obra, mas esquecem que as manutenções custarão muito mais, sobretudo se demandarem reformas e reparos.

Outro erro muito comum é dispensar o profissional do gerenciamento da obra para economizar na administração. Deixar por conta do construtor, de um amigo, parente ou tentar fazer por conta própria com certeza trará uma economia imediata, mas em poucas semanas as dores de cabeça aparecerão e os problemas serão mais difíceis de resolver, o que normalmente significa gastar mais tempo e dinheiro do que o previsto. Não se deve automedicar! Da mesma forma, não se deve construir nem reformar sem contratar os serviços legais e necessários de arquitetos e engenheiros!

Fontes: Adriano Bosetti  e CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo)Veja aqui os dados da pesquisa www.caubr.gov.br/pesquisa2015/

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Além dos cartões postais - Paris

1)      Apreciar arte além do Louvre: Musée Rodin
Por mais que o Louvre seja uma experiência incrível, em uma única visita é difícil aproveita-lo como um todo, além de ser um enorme ponto de encontro dos turistas. Dessa forma, é importante considerar outros museus para visita e ter experiências mais confortáveis. O Musée Rodin, por exemplo, era um hôtel particulier (termo francês para Palácio Urbano) o qual o escultor Auguste Rodin usou como oficina. Além das incríveis obras do escultor, você se sentirá acolhido nessa grande casa rodeada por um belíssimo jardim, como um convidado da época aristocrática. Outras opções: Centre Pompidou aos amantes de arte moderna ou o Musée D’Orsay, antiga ferroviária da cidade.

2)      Comer o escargot de pistache e chocolate do Du Pain et Des Ideés

Du Pain et Des Idées é reconhecida como uma das melhores boulangeries da cidade. O escargot doce de pistache com chocolate (não o caracol em si, mas uma espécie de massa folhada no formato do molusco) é uma bela experiência gastronômica. Uma dica: evitar horários de pico como fim da tarde e aproveitar para sentar na beira do canal saint-martin, que é próximo.

3)      Passear pelo Marché Montorgueil

Até o escritor Honoré Balzac cita a Rue Montorgueil em sua obra “Comédia Humana”. De confeitarias a floriculturas, peixarias a livrarias, é maravilhoso caminhar pela agitação da rua e petiscar frutas e queijos ao longo do passeio.

4)      Tomar um café ou drink no rooftop do Printemps

Printemps é um departamento de lojas de luxo assim como as Galerias Lafayette. Porém, muitas vezes mais vazio – e tão elegante quanto. O seu rooftop tem uma das mais belas vistas de Paris. Tomar um café ou um drink no restaurante Deli-Cieux é um passeio simples e inesquecível.

5)      Descobrir as passagens cobertas de Paris

Paris é cheia de charmes escondidos. Um desses charmes pode-se descobrir nas passagens cobertas entre as ruas que abrigam lojas e restaurantes. Passage des Paronamas é a mais antiga da cidade, e sua arquitetura é um teletransporte para a mais tradicional Paris de anos passados.

 

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Os três períodos da história da inovação são-carlense



Segundo o Prof. Dr. Sylvio Goulart Rosa, diretor presidente da fundação
ParqTec, a história de São Carlos se inicia com a Fazenda Conde do Pinhal e a
partir daí poderíamos numerar três períodos bastante distintos e significantes no
que diz respeito às fases dessa região. Primeiro, nas próprias palavras do
professor, "São Carlos não era uma cidade que tinha uma fazenda, mas uma
fazenda que tinha uma cidade, ou melhor, tinha uma vila".
"De 1931 a 1929 nossa economia era baseada na monocultura do café. No
começo, a mão de obra era escrava e depois tivemos os imigrantes assalariados",
diz Sylvio. Ele ainda comenta que o período também foi marcado pelo
empreendedorismo: "Os fazendeiros eram empreendedores natos. Criavam bancos,
ferrovias, estradas, mas a quebra da Bolsa de Valores levou todo mundo à falência",
explica se referindo ao evento internacional de 1929.
Chegamos então a uma segunda fase e é esse o momento em que
começam a surgir pequenas indústrias. Havia indústria de "sacaria, carroça,
peneira, prego, ração, vela… ", exemplifica Sylvio, mas a grande guinada da cidade
viria logo depois: "O sonho de Miguel Petroni, que era um deputado estadual, era ter
uma universidade em São Carlos. Então ele indica junto ao governo estadual essa
universidade. No processo de negociação, o governador era Lucas Garcia, um
engenheiro formado pela Poli e que morou em São Carlos. Então ele recomenda a
Petroni que comece uma universidade de engenharia".
Dali pra frente, com a fundação da Escola de Engenharia no ano de 1948,
São Carlos começa a desenvolver um banco de talentos. Nessa terceira fase, "A
engenharia serve de barriga de aluguel para todos os outros eventos que ocorrem: a
criação da Física, da Química, da Computação. E a Física vai ser, inclusive, um dos
motores dessa transformação. Dela saem: a Federal, a Embrapa, o Observatório
Astronômico, o CDCC e as primeiras empresas.".
E cá estamos. Hoje, o Prof. Sylvio observa São Carlos enquanto cidade
inovadora e que possui elementos e instituições fundamentais para a inovação.

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Envelhecer é Natural

Veja outras orientações da médica geriatra com qualificação em clínica geral,
medicina preventiva, emergências domiciliares e cuidados paliativos, Arlety Morais
Carvalho Casale, sobre o envelhecimento.

Como a prevenção em saúde promove um envelhecimento saudável?
Existem vários níveis de prevenção em saúde: a prevenção primária, que
orienta evitar os fatores de risco que causam doença, tais como parar de fumar,
comer adequadamente, realizar atividade física, evitar quedas etc. Há também a
prevenção secundária, que promove a detecção precoce de doenças, o que facilita
o tratamento e possibilita a cura em alguns casos de câncer, infarto do miocárdio e
acidente vascular cerebral, por exemplo.  A prevenção terciária significa “cuidar
bem das doenças já instaladas e evitar suas complicações”. Por fim, prevenção
quaternária evita os excessos das intervenções médicas e as iatrogenias, que
muitas vezes são piores do que as próprias doenças. Portanto, esse conjunto
promove um envelhecimento digno.

Para quem já tem mais idade, como encarar o envelhecimento? 
Envelhecer é fisiológico, é natural, é esperado. Quem se aceita nessa fase,
vivendo o que ela nos traz, é muito mais feliz. E lembremo-nos de que quem não
envelheceu é porque morreu antes.
Para vivê-la é preciso estar preparado. Essa é uma fase de perdas, luto. Ter
um bom suporte social, estar próximo das pessoas que ama e continuar cativando
amizades ajuda a passar por tudo isso. 

Como geriatra, a senhora acredita que o tema envelhecimento é tratado de
forma adequada pelas pessoas?
A cada dia mais tenho essa percepção, mas muitas pessoas me dizem: vou
ao geriatra porque deve ter a fórmula para não envelhecer... A resposta é NÃO! Não
temos. Há uma distorção dos conceitos de envelhecer bem e sempre ser jovem.
A grande questão do envelhecimento é aceitar que ele é um processo natural
e esperado da vida. A finitude da vida vem de um acúmulo de perdas e todos vamos
passar por isso, invariavelmente. 

Agora, se mesmo com esse acúmulo de perdas for possível manter a
autonomia e a dignidade, considero um envelhecimento bem sucedido. 
Do ponto de vista social, há políticas de inclusão do idoso no mercado de
trabalho, há iniciativas para criar grupos para atividades para a terceira idade. Existe
o Programa de Atendimento ao Idoso (PAI), que oferece um cuidado domiciliar
realizado por profissionais e acompanhantes no que diz respeito ao apoio e ao
suporte nas chamadas “atividades de vida diárias”.  Mas o que me preocupa são os
idosos mais debilitados, que muitas vezes precisam de cuidadores 24h. As
instituições de longa permanência públicas são insuficientes e o que vejo são
famílias se desdobrando, filhos que largam seus trabalhos para oferecerem
cuidados aos mais velhos. Há muito espaço para melhorar. 

Como a geriatria pode auxiliar no envelhecimento com qualidade de vida?
O geriatra tem um papel importante de gerenciamento da saúde do idoso,
com o seu acompanhamento em longo prazo, colocando em cada fase de sua vida
as principais prioridades a serem seguidas. 
A abordagem de um senhor de 70 anos maratonista é bem diferente da que
ocorre com uma senhora de 68 anos portadora de Alzheimer avançado, por
exemplo. Identificar as necessidades físicas, sociais e familiares de cada um deles é
o nosso maior desafio e expertise. 

O que a senhora poderia dizer sobre a qualidade de vida dos idosos hoje? 
Há muito que melhorar. Ainda envelhecemos muito mal. O Brasil não teve
tempo de se organizar para acomodar todos os seus idosos e por isso hoje vivemos
a crise da previdência e a superlotação de hospitais por idosos totalmente
dependentes. Além disso, quantas pessoas precisam cuidar de seus pais que,
apesar de vivos, estão com as sequelas de doenças crônicas não tratadas? 
Ao mesmo tempo, têm surgido muitas possibilidades de inclusão que
melhoram a qualidade de vida dos mais velhos: alfabetização para a terceira idade,
a inclusão no mercado de trabalho, grupos de atividade física, musicoterapia,
arteterapia, dentre tantas.

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IPTU Histórico

O desconto de IPTU para imóveis de interesse histórico está previsto no artigo 33 da Lei Municipal nº 13.692 de 2005. Identificados no Anexo XIX da lei, esse tipo de imóvel será beneficiado com desconto de até 100% no valor do IPTU. 
É preciso fazer um requerimento até o dia 31 de julho do exercício anterior para o qual o benefício esteja sendo pleiteado. O proprietário deve apresentar o Plano de Conservação ou Recuperação do imóvel e preencher os requisitos estabelecidos na legislação.
Após a aprovação do Plano, o imóvel será vistoriado por uma comissão especial composta por representantes da Fundação Pró-Memória de São Carlos e da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, que farão a análise técnica da edificação baseada nos seguintes critérios e pontuação correspondente:
1. Volumetria Original: Sim 10 | Alterada 5
2. Telhado original: Sim 10 | Alterado 0
3. Fachadas originais: Estado geral 5 | Caixilharia 5
4. Calçada: Ruim 0 | Regular 3 | Bom 7 | Ótimo 10
5. Divisão Interna original/Pisos e forros originais: Divisões internas 5 | Piso 2,5 | Forro material 1,5 | Pé direito 1
6. Outros (toldo, marquise, ornamentos, pinturas artísticas): Sim 10
7. Estado geral de conservação: péssimo 0 | ruim 5 | regular 10 | bom 15 |ótimo 20
8. Ocupação: Sim 20 | Não 0 | Em reforma 10

O desconto de IPTU da edificação será calculado mediante a somatória da pontuação conquistada nesta análise técnica.

Fontes:
Fundação Pró-Memória 
Lei Municipal nº 13.692 de 2005

 
Relação de Imóveis Tombados em São Carlos
Sede da Fazenda Pinhal – IPHAN – CONDEPHAAT – COMDEPHAASC
Sede da Fazenda Santa Maria do Monjolinho – CONDEPHAAT
Sede da Fazenda Santa Eudóxia – CONDEPHAAT – COMDEPHAASC
Palacete Conde do Pinhal – CONDEPHAAT – COMDEPHAASC
Escola Estadual Álvaro Guião – CONDEPHAAT – COMDEPHAASC
Escola Estadual Paulino Botelho – CONDEPHAAT – COMDEPHAASC
Igreja São Sebastião – COMDEPHAASC
Vila Ferroviária (Vila Morumbi) – COMDEPHAASC
Igreja Santo Antonio – COMDEPHAASC
Grêmio Recreativo Flor de Maio – COMDEPHAASC
Prédio da Estação Ferroviária – COMDEPHAASC

Outros imóveis em processo de tombamento estadual via CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo)
Prédio da Estação Ferroviária
Escola Estadual Eugênio Franco
Antiga Sociedade Dante Alighieri – CDCC/USP
Edifício Euclides da Cunha (Câmara Municipal)
Palacete Bento Carlos
Casa Visconde da Cunha Bueno

Imóveis em processo de tombamento municipal pelo COMDEPHAASC (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de São Carlos)
Escola Estadual Eugênio Franco
Antiga Sociedade Dante Alighieri – CDCC – USP
Edifício Euclides da Cunha (Câmara Municipal)
Palacete Bento Carlos
Praça Coronel Paulino Carlos
Antiga Piscina Municipal
Sede da Fazenda Santa Maria do Monjolinho



Texto 4 - 
Cosmo Roncon Jr, Cinegrafista e Fotógrafo de Natureza, dá dicas preciosas para registrar os melhores momentos de sua viagem:

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