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Conceitos de Ayurveda

AYURVEDA E O SISTEMA DIGESTIVO

No Ayurveda existem alguns conceitos importantes ligados à digestão: Agni, Ama e Malas.

Agni é o “fogo digestivo”, é o grande poder transformador de todas as coisas. Essa transformação se refere à digestão, à capacidade de digerir, transformar e absorver os alimentos. No Ayurveda, o Agni é vital, pois é considerado o grande segredo da vida, da saúde. O corpo é tido como uma máquina metabólica onde os diversos Agnis têm de ser capazes de digerir harmoniosamente os alimentos para então nutrir o corpo como um todo. Quando o Agni é ruim, irregular, instável, forte demais ou muito lento há um desequilíbrio, gerando toxinas (Ama) e levando a doenças.

 

Já Ama é resultado da má digestão, são biotoxinas formadas ao nível dos tecidos e células na digestão terciária. O processo digestivo, quando inadequado, com o Agni alterado e ineficiente, não consegue digerir os alimentos totalmente, gerando uma massa de não digeridos que, ao passar pelos 7 metros do intestino delgado e 1,5 metros do intestino grosso, será fermentada e putrificada tornando-se então altamente agressiva ao organismo, podendo se acumular, estagnar e desencadear doenças.

Malas são as nossas excreções, tudo aquilo que não serve mais ao corpo e necessita ser posto para fora (fezes, urina e suor).

 

O foco é sempre manter o Agni equilibrado e com bom funcionamento para que, assim, nosso organismo tenha a capacidade de reconhecer o que é nutriente e o que é dejeto eliminando Malas de maneira eficiente e evitando a produção de Ama. Desta forma o corpo pode se manter saudável.

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Como o empreendedorismo é disseminado

O QUE MOVE UM ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO DE SUCESSO?

O empreendedorismo mais vibrante é desenvolvido em redes, promove trocas de conhecimento, capital e amor incondicional. Uma tacada certa.

 Por Bruna Boa Sorte

O empreendedorismo mais vibrante é desenvolvido por empreendedores de alto impacto que operam em redes consistentes, auxiliando tomadores de riscos, públicos ou privados, e trocando conhecimento, capital e amor incondicional.

 Muito se fala em criação de startups, unicórnio (“o negócio de 1 bilhão”), fundos de investimentos, tecnologia disruptiva, ambientes de inovação, centro de inovação, entre outros. Tudo isso forma um Ecossistema de Inovação, mas, afinal, o que o torna imbatível? O que move um Ecossistema de Inovação de sucesso e para o sucesso?

 Uma pesquisadora mapeou comunidades considerando gerações e continentes. Os levantamentos não foram realizados olhando para as comunidades mais óbvias, como o Vale do Silício, mas para alguns dos terrenos mais inférteis quando se fala em inovação.

Há anos, acadêmicos e estrategistas concordam que o empreendedorismo impulsiona o desenvolvimento econômico, a inovação e a criação de emprego. No entanto, frequentemente as iniciativas lideradas pelo governo produzem resultados de baixa abrangência. Exemplos disso são o projeto BioValley em Kuala Lumpur, que custou US$150 milhões de dólares e rendeu apenas um baixo número de empresas de biotecnologia; e o ocorrido em Moscou, onde organizadores gastaram US$2 bilhões sem sair com uma startup de grande sucesso. Até a famosa Santiago, conhecida por seu programa Startup Chile, colocou US$40 milhões em mais de 800 startups – isso para ter quase 80% delas saindo de lá para locais mais atraentes pelo olhar da mídia.

 O problema em todos esses casos é que não havia uma rede local em que empresas inovadoras e startups crescessem de forma escalável, em que scale-ups fossem bem-sucedidas e em que empreendedores de sucesso infectassem a próxima geração com o vírus do empreendedorismo.

 O estudo mostra ainda que é preciso trabalhar em prol do empreendedorismo que foca grupos de “alto impacto” porque acredita que, se lhes forem dados a mistura certa de apoio, incentivo e amor empreendedor, podem atuar como multiplicadores. Com esta dinâmica foi possível construir ecossistemas vibrantes em alguns dos ambientes de negócios mais inóspitos do mundo.

 Para entender melhor como funciona essa dinâmica, a pesquisa mergulhou no estudo de três ecossistemas desafiadores: Buenos Aires, Istambul e Cidade do México para verificar o que vemos há muito tempo com relação às redes de empreendedores que não começam com facilidades brilhantes ou garantias do governo, nem surgem espontaneamente de empresas de sucesso.

 Em 1980, Buenos Aires, em meio a uma história de luta econômica e política, era um deserto para startups. Contudo, dois empreendedores iniciaram um negócio que foi apresentado e recusado por 33 investidores locais; mesmo assim lançaram sua empresa com os poucos recursos que possuíam até que, em 1997, conheceram outros empreendedores que viviam essa estranha paixão. Esse grupo criou uma rede de apoio informal – um terreno fértil para o empreendedorismo – alimentada por informações compartilhadas, competição, co-investimento e a convicção de que eram realmente pioneiros nestas atitudes.

Essa rede foi reforçada com novos líderes locais e mentores externos. A partir disso, uma febre de empreendedorismo tomou Buenos Aires, alimentada, na maior parte, pelo amor e persistência de alguns empreendedores. No período de alguns anos, uma das empresas que nasceu nesse ambiente foi vendida para um banco por US$750 milhões de dólares; outra vendida para um grande grupo multinacional e o Mercado Livre se tornou pública na NASDAQ, atingindo uma capitalização de US$5,5 bilhões no mercado em 2014. Hoje, Buenos Aires está no meio de uma epidemia de empreendedorismo.

 Duas décadas depois do sucesso dessas empresas, a cidade se tornou o principal centro para o empreendedorismo em tecnologia da América Latina de língua espanhola. Essas três empresas têm influenciado mais de 200 empresas da segunda, terceira e quarta geração depois delas. Seus fundadores lançaram novas empresas, fundos de capital de risco, dentre outros atores do ecossistema.

 Em seguida, a pesquisadora realizou 700 entrevistas em Nova Iorque para ver se o mesmo fenômeno ocorria em economias mais maduras. Começando com pioneiros, como a DoubleClick, as conexões dispararam entre 2003 e 2013, alimentando uma explosão significativa na atividade das startups. Hoje, mais de 2.000 empresas de tecnologia em Nova Iorque já atraíram US$14 bilhões em investimentos e empregam 53.000 pessoas.

 Como o empreendedorismo é disseminado

O padrão de contágio em cada um desses mercados é notavelmente similar. A primeira fase é o que chamamos de “efeito exemplo”, na qual o sucesso dos primeiros pioneiros inspira a outros. Tão poderoso como o exemplo, a influência de empreendedores de alto impacto é muito mais profunda. Seu sucesso lhes dá capital – humano, social, financeiro – para reinvestir em aspirantes a empreendedores, alimentando a próxima geração e inspirando os líderes a investirem na geração depois disso.

 Em ecossistemas sem uma longa história de colaboração empresarial, essa mudança de mentalidade é fundamental, pois ajuda a criar um ciclo virtuoso em que os mentorados tornam-se mentores, e os alunos se tornam professores.

 Mas para criar esse tipo de clima dinâmico e inovador para o ecossistema de inovação e para as empresas, é crucial compreender que isso não acontece apenas porque alguém constrói um ambiente de inovação ou cria um fundo de financiamento ou investimento. Isso exige a busca por empreendedores de alto impacto num determinado mercado, que ajudam os demais por meio da combinação certa de mentoria, colaboração, compartilhamento, investimento, conexões e recursos.

 Uma vez que empresas locais têm sucesso, o efeito multiplicador pode tomar posse do ecossistema e começar a sustentar seu próprio crescimento. Isso cria um reservatório profundo de apoio e recursos aos quais as empresas podem recorrer durante todo o seu ciclo de vida, desde o início até sua maturidade. Mesmo nos ambientes mais desafiantes, os empreendedores de alto impacto existem e atuam em todos os mercados. A chave é encontrá-los, ajudá-los a crescer de forma escalável e incentivá-los a contagiar a rede.

 Adiante, SancaHub (Ecossistema de Inovação de São Carlos)!

Artigo de Bruna Boa Sorte, co-fundadora do Parque Ecotec Damha, presidente da Rede Paulista de Ambientes de Inovação. (Extraído do estudo de Linda Rottenberg, co-fundadora & CEO da Endeavor Global).

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Um cinema para chamar de nosso

Um cinema pra chamar de nosso

Produtora de S?o Carlos que constr?i o cinema nacional de anima??o

Ficou curioso para saber mais do cinema produzido no interior de S?o Paulo. Abaixo segue a entrevista da equipe da Maria Aires em Revista com o diretor e produtor executivo Tiago Mal, que sabe tudo de stop motions e falou um pouco sobre a t?cnica e o longa-metragem que est? produzindo.

Na t?cnica do Stop Motion como s?o confeccionados os personagens?


? preciso construir um ?esqueleto? interno que tem a fun??o principal de dar mobilidade e proporcionar sustenta??o para que o personagem fique est?tico enquanto ? fotografado. Este ?esqueleto? pode ser constru?do de forma simples utilizando arame e massa ep?xi, ou com uma estrutura mais complexa de pe?as met?licas com articula??es de esfera. Para dar forma ao personagem podem ser utilizados diversos materiais como, por exemplo, massa de modelar, espuma, tecido, silicone, resina etc. Tudo depende do resultado est?tico pretendido.

Como s?o constru?dos os cen?rios?

N?o existem muitas regras para a constru??o do cen?rio, tudo depende mais uma vez do resultado est?tico desejado. No entanto, ele deve ser constru?do de modo a n?o se movimentar de forma indesejada durante a realiza??o da anima??o. Tamb?m pode ser utilizado o chroma key (fundo de uma cor ?nica e homog?nea), que depois ser? substitu?do digitalmente por outra imagem.

E quando tudo estiver pronto?

? quando dever? ser feita a ilumina??o do cen?rio e dos personagens para a obten??o do visual desejado (dire??o de fotografia). Assim como o cen?rio, a ilumina??o n?o deve sofrer varia??es indesejadas. Por fim acontece o processo de anima??o, em que o personagem vai sendo manipulado nas posi??es e ? fotografado. Para se criar uma movimenta??o fluida ? preciso que cada mudan?a de posi??o seja muito sutil. Esta parte do processo depende totalmente das habilidades do animador, pois ? ele que vai determinar a forma de ?atua??o? de cada personagem, assim com a dura??o de cada a??o, o que se torna ainda mais complexo quando existem v?rios personagens em cena, cada um com uma ?personalidade? ?nica e movimentos pr?prios.

Atualmente, a Rocambole vem desenvolvendo o longa-metragem Teca e Tuti em: uma noite na biblioteca. Como surgiu o roteiro e como ? produzir esse filme no Brasil, no interior de S?o Paulo?

O Roteiro conta a hist?ria da pequena tra?a Teca e de seu ?caro de estima??o, Tuti, em uma aventura pelo universo m?gico da leitura. Ele surgiu a partir do tema central abordado no curta metragem ?A Tra?a Teca?, escrito e dirigido por Diego Doimo como projeto de conclus?o do curso de Imagem e Som (UFSCar). O curta teve grande sucesso em festivais e principalmente em exibi??es em escolas e bibliotecas. Devido ? boa receptividade, a produtora decidiu criar uma hist?ria ainda mais interessante e complexa, com novos personagens, mais aventuras e uma trilha sonora composta exclusivamente para o filme.

Quanto a produzir uma anima??o stop motion no Brasil, essa tem sido uma experi?ncia enriquecedora, pois estamos trilhando um caminho pouco explorado. Embora atualmente algumas tecnologias estejam mais acess?veis, muitos problemas exigem solu??es criativas, principalmente quando estamos trabalhando com baixo or?amento. Produzir no interior tem contribu?do muito para a redu??o de alguns custos, mas ainda h? certa falta de profissionais especializados em anima??o. Al?m disso, mesmo se tratando de um filme infantil e de car?ter educativo, a principal dificuldade para a equipe de produ??o tem sido encontrar patrocinadores que apostem na ideia.


Uma tra?a e um ?caro, muito emp?ticos e aventureiros, parecem ter tudo para atrair as crian?as. Que outros aspectos, na vis?o de voc?s, podem contribuir para o sucesso com o p?blico infantil?

Al?m do visual diferenciado da anima??o stop motion, outro aspecto importante ? um roteiro leve e cheio de aventuras, que busca incentivar o prazer da leitura. A trilha sonora criada exclusivamente pelo renomado compositor H?lio Ziskind, que foi autor de temas para os programas infantis da TV Cultura (Coc?ric?, Castelo R? Tim Bum, entre outros), certamente contribuir? para o sucesso com esse p?blico.


Tiago Mal ? s?cio da Rocambole Produ??es e bacharel em Imagem e Som pela Universidade Federal de S?o Carlos. Atua h? mais de 10 anos na Rocambole Produ??es como Produtor executivo, Diretor, Diretor de fotografia e Gaffer.

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Maria Aires

Conheça um pouco mais sobre a Maria Aires, mulher de sucesso.


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Startups

“Faça o que você conseguir fazer e venda, melhore e automatize depois!”

Tales Buonarotti, formado em Administração pela Universidade de São Paulo (USP), tem 8 anos de experiência em growth para empresas digitais nas frentes de Vendas e Marketing Digital.

Maria Aires em Revista: Como surgiu a ideia do iClinic e o que foi preciso para que ela saísse do papel?

Tales Buonarotti: A iClinic surgiu quando o Felipe Lourenço, um de nossos Founders e CEO, fazia o curso de Informática Biomédica na USP aqui em Ribeirão Preto. Durante a faculdade, ficou claro que a tecnologia estava longe do médico. Grandes hospitais já tinham iniciado seu processo de digitalização, mas os profissionais de pequenas e médias clínicas ainda estavam no papel. Para levantar o iClinic foi preciso, além da execução, confiar nos parceiros certos. Logo no início corremos atrás de grandes programas de aceleração que nos possibilitassem aprender mais. Foi aí que passamos no programa da Rockstart, onde o Felipe e outro founder puderam ir para o Vale do Silício e para a Holanda viver a cultura startup. Esse processo foi importantíssimo para consolidarmos a cultura necessária para levantar a iClinic.

MAR: Por que o modelo startup se fez mais apropriado para o desenvolvimento do iClinic?

TB: O modelo de desenvolvimento das startups é fundamentalmente muito rápido, afinal, com a evolução da tecnologia hoje, não existe espaço para quem é lento! Não há espaço para planejamentos muito longos, reuniões intermináveis de estratégia etc. É preciso fazer, executar – é pular na água e construir o navio nadando. Para iClinic foi muito natural ser uma startup, isso já vinha do DNA dos sócios de outras empreitadas na tecnologia e, depois da aceleração, ficou muito claro que é para esse caminho que o mundo está indo.

Ainda mais quando falamos de um modelo de pagamento recorrente, velocidade não é só uma necessidade, é questão de sobrevivência. Precisamos entender rápido o que nossos usuários precisam, como eles precisam e desenvolver em uma ou duas semanas, no máximo!

MAR: Qual a experiência prévia do time de vocês em outros modelos?

TB: Muitos vêm de empresas tradicionais e o comentário é o mesmo: aqui existe liberdade. A maior característica que uma startup deve ter para garantir a velocidade é confiar nas pessoas e empoderá-las para tomar decisões sobre o seu trabalho. Claro que temos processos, mas eles não são burocráticos. A ideia é construir uma cultura forte centrada em ajudar nossos usuários sempre! Então sempre tentamos cortar distâncias entre áreas e permitir que as pessoas possam interagir para solucionar os desafios do dia a dia.

MAR: Como foi para vocês encontrar um modelo simples e funcional?

TB: No começo, os founders e desenvolvedores estavam muito próximos dos nossos usuários e isso facilitava o entendimento do que precisava ser feito e de como precisava ser feito. Conforme crescemos, foi ficando cada vez mais difícil passar para toda a equipe essa informação. O que a gente fez? Passamos a trabalhar com times multidisciplinares de desenvolvimento e criamos diversos processos de validação com o usuário. Hoje, um time que vai desenvolver uma nova feature tem um desenvolvedor, um vendedor, um CS manager e um UX designer. Assim, garantimos que vários pontos da experiência do usuário sejam colocados em pauta e, a partir de então, conseguimos criar protótipos muito mais assertivos. Feito o protótipo, o time faz testes com usuários reais e recebe o feedback do que deu certo, do que precisa melhorar, quais fluxos são confusos etc. Com feedback, o time corrige e a feature só vai para o ar quando estiver rodando perfeitamente, tanto para resolver um problema do usuário como para proporcionar uma experiência incrível.

MAR: Um conselho para os novos empreendedores…

TB: Faça o que você conseguir fazer e venda, melhore e automatize depois!

Escuto muita gente falando sobre como sua ideia é incrível, como já validou com alguns potenciais usuários e que tem grande potencial e que isso e aquilo, mas não sai do lugar, ou até casos de quem faz um MVP (Minimum Viable Product) e já vai atrás de um investidor.

Faça e venda! Muita gente ainda tem medo de cobrar nos primeiros anos de app e isso é um grande erro. Além de ser a única verdadeira validação de uma ideia, vender vai te dar grana para levantar sua startup sem investidores e só usar o dinheiro de terceiros quando for para acelerar um resultado que já existe.

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Receita especial de Natal

Que bom que você veio pra cá.  Preparamos um passo a passo que vai te render muitos elogios. Confira:



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